Governo do Amapá lança projeto “Trabalho Solidário”

O governador Waldez Góes lança nesta terça-feira 21, às 15h, no Palácio do Governo, o projeto Trabalho Solidário. O projeto beneficiará o quantitativo de 1470 trabalhadores que receberão o total de 3.100 qualificações em 25 cursos. Esses cursos serão ministrados em módulos de acordo com o perfil de cada trabalhador, considerando suas tendências ou aptidões para formação de grupos de produção e as potencialidades de cada município.

Os recursos para execução desse projeto, no valor de R$ 500 mil, decorrem de uma emenda parlamentar ao orçamento de 2003, de autoria do senador José Sarney (PMDB/AP), liberados este ano, e refletem o bom nível das relações mantidas pelo executivo estadual com autoridades dos demais poderes constituídos, onde prevalecem os interesses da população do Amapá. Os valores já estão à disposição do Estado e a coordenação das ações, sob a responsabilidade da Secretaria de Estado do Trabalho e da Cidadania (Setraci), cuja equipe elaborou e garantiu a consistência do projeto.

No contexto da capacitação, o projeto reúne várias políticas públicas numa ampla ação de governo que envolve qualificação, geração de emprego e renda, fomento à produção agrícola local, elevação da empregabilidade, associativismo, gestão de pequenos negócios, entre outros, capazes de contribuir para baixar as estatísticas que ainda registram 90 % dos alimentos consumidos no Amapá vindo de outros Estados.

Com os cursos e as demais atividades a serem executadas no âmbito do projeto Trabalho Solidário, o trabalhador terá habilidades para enfrentar as novas tendências da economia, deixando de esperar apenas pelo emprego formal, tornando-se participante na construção da formalização do trabalho autônomo, incrementando a base produtiva local com novos negócios. Os cursos são, na maioria, na área de produção que vão de serigrafia à agricultora, com alguns na área de empregabilidade.

Dentro da metodologia adotada os treinandos vão desenvolver laços de relacionamentos, onde a confiança será estabelecida entre os grupos participantes, a partir do módulo comum a todos que é o Curso de Gestão de Pequenos Negócios e Empreendedorismo, com 40 horas/aulas e dentro da ótica da economia solidária, voltada para a produção. Após 15 dias passam à qualificação produtiva, ocasião em que a produção e a comercialização coletiva serão estimuladas. Após esse processo de amadurecimento os grupos estarão aptos a receberem os incentivos financeiros por meio dos fundos e/ou programas de microcrédito disponíveis na Agência de Fomento do Amapá (Afap) e outras agências de crédito.

O projeto Trabalho Solidário deverá envolver uma série de agentes públicos para que haja o fortalecimento dos chamados arranjos produtivos, dinamizando as economias locais e fortalecendo os municípios, especialmente os que trabalham com crianças e adolescentes na faixa etária de 07 a 15 anos, retirando-os de atividades perigosas e degradantes. As ações do projeto atenderão a oito municípios. Inicialmente serão atendidos os municípios de Macapá, Santana, Oiapoque e Amapá. Na seqüência os benefícios chegarão a Laranjal do Jarí, Porto Grande, Tartarugalzinho e Pedra Branca do Amapari.

“Com esse projeto o Governo do Estado inicia o seu Programa de Empreendedorismo contido no Plano Plurianual de Ações da Setraci que, com a visão da nova Secretaria de Estado do Trabalho e do Empreendedorismo passa a assumir papel fundamental na Política de Geração de Emprego e Renda, priorizando a base produtiva, considerada tão fragilizada por falta de investimentos nos últimos anos”, explicou a titular da Setraci, Anésia Nunes.

Dalvaci Dias


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Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.