Secretário faz aniversário e diz
que tem proposta para a Saúde

O médico Sebastião Rocha (PDT), secretário de Estado da saúde (SESA), completou 45 anos de idade nesta terça-feira, 21. Para comemorar recebeu colegas e durante o café da manhã deu uma entrevista à imprensa, quando anunciou que tem trabalhado com prioridade a definição de metas e propostas para melhorar a qualidade da assistência médica no Estado. O titular da SESA, tem consciência de que hoje o sistema de saúde no Amapá enfrenta problemas graves, destacando o Hospital de Emergência (antigo Hospital Pronto Socorro Oswaldo Cruz), Hospital de Especialidade (antigo Hospital Geral), ambos em Macapá. A prioridade é extensiva também ao setor de saúde em Santana e no interior.

Todavia, a principal prioridade agora, diz Sebastião Rocha é a compra de medicamentos. Ele ressaltou que em 2002, a Coordenadoria de Assistência Farmacêutica (CAF) não abasteceu sequer 40% da rede hospitalar estadual. O funcionamento efetivo dos hospitais e a recuperação de equipamentos também é outra responsabilidade assumida pelo secretário. Ele conta que após tomar posse no cargo detectou que 100% dos aparelhos do Hospital de Especialidade estavam desativados.

Rocha prevê que a obra de construção do hospital fique pronta em 120 dias. Ele prometeu entregar em breve ao governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), uma proposta elaborada pelos técnicos da SESA com o objetivo de suprir a carência de equipamentos e de recursos humanos para garantir o funcionamento efetivo da unidade.

Rocha garantiu que a estratégia para combater a dengue no Estado, em especial em Macapá e Santana, onde o foco da doença é maior, é fortalecer as parcerias com as Prefeituras Municipais das duas cidades e a população, buscando um trabalho permanente de educação em saúde e de prevenção junto a essas comunidades.

O Secretário ressaltou a realização imediata de uma ampla campanha de combate a dengue no Amapá. A campanha é para garantir a redução dos índices da doença na região.

Edy Wilson da Silva



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Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.