Quatro ex-prefeitos são condenados pelo TCU
João Clésio

O Tribunal de Contas da União condenou os ex-prefeitos de Porto Grande, Raimundo Notato, de Oiapoque, João Neves, de Laranjal do Jari, Manoel Gomes Coelho e de Pracuuba, Dorimar Neves Nunes a devolver recursos e pagar multas por aplicação irregular de recursoss públicos. As condenações estão no site www.tcu.gov.br, no período de janeiro a fevereiro deste ano.

O caso mais grave é do prefeito de Oiapoque. Ele foi condenado a pagar R$ 64,2 mil à União por não ter prestado contas de recursos destinados ao Programa de Atendimento aos Desnutridos e às Gestantes em Risco Nutricional. O TCU constatou que houve transferência irregular da conta específica do convênio para outra no Banco do Brasil e ainda modificação nas metas do convênio sem autorização do Ministério da Saúde. João Neves foi ainda obrigado a pagar R$ 8 mil.

No caso de Manoel Conceição, do Jari, o Tribunal de Contas condenou-o a pagar R$ 41,4 mil ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) por não corrigir falhas na prestação de contas da verba para a compra de equipamentos e material didático para atender 360 alunos da rede municipal de ensino.

Antes da condenação do TCU, o FNDE já havia rejeitado a prestação de contas em função da ausência de extratos bancários e do procedimento licitatório. Na época o ex-prefeito de Laranjal do Jari solicitou a presença de auditores do TCU no município para ter acesso aos materiais adquiridos, uma vez que estava afastada do cargo em 1999, mas não conseguiu comprovar que não houve irregularidade.

Outro ex-prefeito também condenado este mês foi Raimundo Nonato Oliveira, de Porto Grande. O TCU aplicou multa de R$ 8 mil por irregularidades na aplicação de recursos destinados à eletrificação rural nos assentamentos de Nova Colina e Munguba. Uma auditoria constatou que o ex-prefeito pagou antecipadamente à empresa responsável pelas obras sem que ela tivesse iniciado os serviços.

No final de janeiro foi a vez de Dorimar Neves Nunes, o Mazinho. O ex-prefeito de Pracuuba foi condenado a pagar R$ 20,6 mil a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). A multa é decorrente da não justificativa da inexecução parcial da construção de um hotel de trânsito no município. A avaliação feita pela Caixa Econômica Federal constatou que apenas 91,12% da obra foi executada.



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Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.