Rodada Internacional de Negócios no Amapá espera quase 100 empresas expositoras.
Evento ganha importância pelos resultados positivos e volume de negócios fechados a cada edição.

Tanha Silva

Pelo sétimo ano consecutivo, o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Amapá promove o Equinócio - Rodada Internacional de Negócios dos setores de madeira, móveis e artesanato.

O acontecimento já faz parte do calendário de eventos do Sebrae Nacional. O salto de importância é a clara demonstração dos resultados positivos que o Equinócio tem somado. Esse encontro de negócios foi concebido pelo Sebrae do Amapá em 1997, quando teve sua primeira versão. A partir de então, começou a ganhar importância na agenda de negócios das empresas da Amazônia, atraindo investidores de todas as partes do Brasil e de países do Platô das Guianas, Caribe, Centro América, Estados Unidos e União Européia.

As reuniões da Rodada são agendadas previamente. É nesse momento que os empresários têm a oportunidade de apresentar produtos e serviços às empresas compradoras. Paralelo à Rodada, acontece uma exposição de móveis e artesanato, além de seminários, workshop, cursos e treinamentos para empresários do setor.

Na versão 2003, o Amapá vai receber dez expositores de cada estado da Amazônia. Do Amapá, são quarenta empresas moveleiras e de artesanato. Os moveleiros do interior do Estado também terão espaço para expor e comercializar seus produtos. Além disso, 25 empresas compradoras estrangeiras já confirmaram presença.

O perfil das empresas compradoras, que este ano estarão no Equinócio, é mais voltado para móveis e artesanato. A intenção é incentivar, ainda mais, a venda dos produtos fabricados pelas empresas expositoras. Além disso, os negociantes que participam da Rodada estão em busca de produtos madeireiros de maior valor agregado.

Outra novidade na 7ª edição do Equinócio é a presença de empresas que fornecem maquinários, equipamentos, acessórios, material para acabamento e novas tecnologias para empresas moveleiras. Para o setor artesanal, haverá empresas fornecedoras de embalagens, uma das grandes dificuldades enfrentadas no mercado local.

“Queremos ajudar os nossos empreendedores a terem todas as condições de serem competitivos no mercado local, nacional e internacional”, garantiu José Carlos Molinos, técnico de comércio exterior do Sebrae/AP.


19/08/03

Serviço:
Sebrae no Amapá: (96) 214-1420 / 214-1421


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.