Empresários iniciam discussão
para melhorar segmentos e
impulsionar a economia do Amapá

Empresários dos setores de panificação, bares e lanchonetes, hotelaria, profissionais de beleza e de laboratórios de Macapá, começam, a partir de amanhã (hoje), a discutirem as melhorias para os segmentos, que determinará a formação dos cinco núcleos a ser trabalhado pelo projeto Empreender.

O projeto empreender foi implantado no Brasil há dez anos em oito estados, inicialmente. Ele é uma adaptação da metodologia alemã. Em abril deste ano, foi estendido as outras 19 unidades da federação.

No Amapá, ele está sendo aplicado em seis municípios: Macapá, Santana, Laranjal do Jarí, Vitória do Jarí, Porto Grande e Oiapoque, em cada um será implantando cinco núcleos que irão trabalhar os segmentos com maior eficiência, levando em consideração geração de emprego e renda.

“O empreender tem como finalidade detectar as deficiências dos segmentos escolhidos e em seguida apresentar soluções aos empresários dos núcleos setoriais que possibilite dar sustentabilidade ainda maior a esses segmentos”, explicou Vanusa Regina Moreira Colares, coordenadora do empreender no estado.

O relatório, segundo Vanusa Colares, deve ser apresentado pelos consultores até o fim do mês de dezembro, podendo o prazo ser prorrogado até janeiro. O processo vai envolver mais de 500 empresários de vários segmentos.

Como será a primeira experiência, ela acredita que o resultado será satisfatório, já que a principal metodologia do projeto é ajustar os segmentos que mais contribuem com a economia do estado e em função disso, aposta numa expansão do empreender a outros municípios do Amapá.

“Essa possibilidade não é descartada, mais a prioridade é trabalhar em cima dos municípios com maior participação na economia, em outras palavras podemos desenvolver novos trabalhos em outros segmentos”, concluiu.

Serviço:

Sebrae no Amapá: (96) 214-1421


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de frutas regionais.
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0XX96 224 1491


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Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.