Conheça algumas verdades
sobre a Reforma da Previdência

É fundamental considerar na análise de tão relevante tema, itens que não vem sendo suficientemente divulgados pela mídia:

a)Não é verdadeiro que os funcionários públicos contribuem para a Previdência Oficial só a partir de 1992.

b)A contribuição dos funcionários públicos federais se dá pela alíquota fixa de 11% , tendo como base de cálculo o encimento bruto total, enquanto que no caso dos empregados de empresas privadas a alíquota varia de 7,65 á 11%, tendo como base de cálculo, no máximo, o teto previdenciário (R$ 1561,56).

c)No caso do INSS existe a contribuição dos patrões com a alíquota de 20% sobre a folha de pagamento.Na previdência oficial o Tesouro similarmente também deveria contribuir com a alíquota de 20% sobre o total dos vencimentos brutos totais dos funcionários, mas este valor que deveria ser contabilizado como débito do Tesouro para com ele mesmo, é erroneamente adicionado ao déficit da Previdência Oficial, engordando-o indevidamente.

d)Os funcionários Públicos não são contemplados com o depósito mensal de 8% relativo ao FGTS, que só os contribuintes ao INSS tem direito, gerando para estes, por ocasião da aposentadoria ou em casos especiais, um polpudo saque.

e)Atualmente a grande maioria dos funcionários públicos federais recebem vencimentos abaixo de R$ 1561,56, são descontados em valores maiores que os correspondentes contribuintes do INSS (11% e não alíquota variável de 7,65% a 11%), não tem direito ao depósito mensal de 8% relativo ao FGTS, e na aposentadoria recebem exatamente o mesmo valor que esses.

f)As contribuições mensais efetuadas, capitalizando-se através de cálculos atuariais competentes, sem desvios de finalidade, devem gerar naturalmente valores suficientes para pagamento dos proventos previdenciários, que nada mais são do que o retorno de elevadas aplicações mensais feitas durante toda a vida de trabalho, para prever subsistência compatível nos
momentos da merecida aposentadoria, e não ser consideradas benesses de marajás privilegiados.

 


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Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.