Planejamento anuncia reajustes
para servidores dos ex-territórios.

O diretor de relações de trabalho da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Vladimir Nepomuceno informou ao deputado federal Davi Alcolumbre, na última sexta-feira, dia 18, que o Congresso Nacional recebe, nesta semana, um projeto de lei que prevê reajustes salariais para as categorias de policial militar, bombeiro militar e policial civil dos ex-territórios do Amapá, Rondônia e Roraima.

De acordo com o projeto, para a carreira de policial e bombeiro militar está prevista a criação de uma Gratificação de Condição Especial de Função Militar (GCEF), em caráter privativo, de 6,67%, incidente sobre o soldo do cargo de Coronel.

Segundo Nepomuceno, a gratificação terá efeito a partir de 1º de maio de 2004 e será extensivo aos proventos da inatividade e às pensões. O projeto de lei estabelece, ainda, aos cargos de policiais e bombeiros militares, um aumento na gratificação de dunção de natureza especial e as parcelas remuneratórias, que serão regulamentadas por ato do poder executivo. São elas: a gratificação de serviço voluntário, o adicional de certificação profissional, a gratificação de função de natureza especial, o auxílio-fardamento, o auxílio-alimentação e o auxílio-moradia.

Já para a categoria dos policiais civis dos ex-territórios, o projeto de lei prevê a equiparação salarial à dos policiais federais. Com isso, conforme informou Nepomuceno, será criada uma tabela própria de vencimento básico, além de gratificações de Atividade Policial Federal, de Compensação Orgânica e de Atividade de Risco, todas no percentual de 200%.


Outra mudança para os policiais civis será a fixação de parâmetros de pagamento da indenização de habitação policial. “Com essa reorganização, passam os policiais civis dos ex-Territórios a terem equiparada sua estrutura remuneratória à dos policiais federais, eliminando pendências judiciais existentes há tempos sobre a questão”, acentuou o diretor.

Para esclarecer melhor a situação dos funcionários dos ex-territórios, como o caso dos 1.050, do enquadramento dos professores e dos agropecuários, o deputado sugeriu que fosse realizada uma reunião entre a bancada federal do Amapá e representantes do Ministério do Planejamento. “Assim tiramos todas as duvidas e nos capacitamos para informar melhor os representantes em nosso estado”, afirmou Davi. A sugestão foi acatada pelo diretor da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério e pela secretária adjunta, Marilene Ferrari Lucas Alves Filha.

 


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Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
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Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
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Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.