Ganho de comunidades acreanas
com produtos certificados chega a 100%

Comunidades e organizações acreanas que detém o selo FSC (Forest Stewardship Council ou Conselho de Manejo Florestal) participaram de uma rodada de negócios para contratos de compra e venda de copaíba certificada e madeira com o selo FSC, que garante que o produto é proveniente de projetos de sustentabilidade ambiental.

As rodadas ocorreram na Feira de Produtos FSC, em São Paulo.

O evento contou com a participação de 200 inscritos da América Latina, Europa e Estados Unidos.

O óleo de copaíba produzido em Porto Dias é o grande destaque entre os produtos acreanos. Trata-se do primeiro produto não madeireiro de floresta amazônica em área de manejo comunitário a obter o selo FSC, reconhecido mundialmente pelos mais elevados padrões ambientais, sociais e econômicos.

A área é administrada pela Associação Seringueira Porto Dias, no projeto de assentamento do mesmo nome, localizado em Acrelândia, no Acre. Com o selo FSC, a comunidade recebe o dobro do valor da mercadoria: "na madeira, o preço do metro cúbico no mercado externo sobe para R$ 800. Sem ele, é de apenas R$ 400", explicou Nívea Marcondes, do programa de florestas sustentáveis do CTA.

A copaíba é uma espécie rara e seu óleo despertou o interesse das indústrias farmacêutica e cosmética devido a suas propriedades cicatrizante, anti-inflamatória e diurética. O projeto piloto de copaíba em Porto Dias é desenvolvido em parceria com o Centro de Trabalhadores da Amazônia (CTA) e o WWF-Brasil, apoiados pelo Banco Mundial e outras instituições. Inicialmente, a atividade envolve oito famílias e a produção alcança cerca de 200 litros de óleo por safra. O óleo de copaíba certificado é comercializado a R$ 40 o litro.

A floresta, com 4,2 mil hectares, foi certificada para manejo de uso múltiplo. Além do óleo de copaíba, a comunidade produz madeira certificada e semente de jarina, tida como marfim vegetal.( http://www.pagina20.com.br/)

 




Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.