Janete Capiberibe faz grave denúncia do Plenário da Câmara

A deputada Janete Capiberibe denunciou nesta terça-feira, do plenário da Câmara, a entrega de um panfleto apócrifo contendo denúncias inverídicas contra ela e seu marido, o senador João Capiberibe, "com intuito de macular nossa imagem pública, disse a parlamentar". A distribuição de tal material estava sendo feita, no último dia 13, durante sessão no plenário do Senado, quando Senadores e Senadoras prestavam sua solidariedade ao casal. "O estranho, afirma a deputada, é que tal dossiê estava sendo distribuído em envelopes do Senado e com selos do Prodasen, por uma pessoa, que circula no Congresso desde 2003, com crachá do Senado e que, por envolvimento com o narcotráfico e lavagem de dinheiro, conforme apurou a CPI Mista do Narcotráfico, ficou preso dois meses na penitenciária de Amapá".

A parlamentar alertou ainda que "isso significa que nossos inimigos estão dentro do Congresso Nacional e usando, não se sabe como, da estrutura das Casas a que pertencemos para nos prejudicar".

O Senador Magno Malta, por ter estado no Amapá com a CPMI do Narcotráfico, esclareceu durante seu testemunho de apoio ao casal Capiberibe, de onde viriam tais panfletos. Magno Malta, durante seu pronunciamento, afirmou que também quase foi vítima de atitude espúria dessa mesma pessoa.

Janete Capiberibe lembrou que, durante os dois mandatos de Governador de Capiberibe e ela como Deputada Estadual no Amapá, enfrentaram as elites locais para conseguir fazer do Amapá um Estado mais decente, viciado não somente pelas elites financeiras acostumadas a se beneficiar do Erário público como contra setores da sociedade envolvidos em atividades criminosas como o narcotráfico.

Tal fato já foi denunciado à Mesa do Senado por Capiberibe e Magno Malta,
com pedido inclusive de investigação e, também pela deputada Janete à Presidência da Câmara, para que providências sejam tomadas rapidamente, a fim de "esclarecer sobre lamentável ocorrência - deixar circular livremente nas dependências desse Parlamento um senhor como se fosse um cidadão de bem - com a garantia de que isso jamais ocorra no Congresso ".

Rosilã Jaques Pereira


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Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.