Programa atrai pesquisadores de
fora e fixa os que já estão aqui

Criar competência local e atrair pesquisadores para atuarem no Amapá é uma das propostas da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec) que será incorporada à Política Estadual de Ciência e Tecnologia, em fase de discussão.

Para isso foi criado um Programa de Formação e Fixação de Pesquisadores na Região Norte, apresentado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), durante o I Fórum de Secretários de Ciência e Tecnologia da Região Norte, realizado em Manaus, no início de julho. O objetivo do programa é atrair pesquisadores com título de doutor e incentivar a fixação dos profissionais que já atuam no Estado.

Em recente diagnóstico realizado pela Setec, 20 pesquisadores com nível de doutorado atuam em instituições no Amapá. O levantamento apontou ainda a situação dos laboratórios, equipamentos, projetos de pesquisas em andamento e instituições envolvidas. A secretaria está fazendo um levantamento das potencialidades econômicas e identificando áreas de interesse econômico para o Estado. “Com o Parque do Tumucumaque, por exemplo, vamos ter que investir muito mais em pesquisas. Outra área carente é a arqueologia, já que temos muitos sítios arqueológicos, mas não temos pesquisadores com nível avançado”, diz José Maria, titular da Setec.

Iniciação
A boa notícia para os alunos do ensino médio da rede pública é o aumento do número de bolsas Cientistas Junior, de 40 para 60 bolsas, no valor de R$ 80,00. O Programa de Iniciação Científica será implantado no segundo semestre.

Ainda em reunião com o presidente do CNPq, Erney Camargo, durante o Fórum, dois convênios foram anunciados: o Programa de Excelência (Pronex) no valor de R$ 52 mil e o Programa de Infra-estrutura para Pesquisadores com Doutorado, no valor de R$ 156 mil. O edital para chamada de projetos ainda não tem data para ser publicado mas deve ser lançado neste semestre.

Márcia Serrano

 

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.