Representação do governo
em Brasília vai
mudar sistema de trabalho.


A Secretaria Extraordinária do Governo do Amapá em Brasília deixou de ser apenas uma representação burocrática do Estado e ganhou mais amplitude no governo Waldez Góes. Segundo o secretário Ildegardo Alencar a secretaria seguirá a filosofia de uma embaixada.

Com esse objetivo, algumas metas já estão traçadas para o período de 2003/2006: articulação com instituições públicas e que desempenham um papel importante na Região Amazônica, na busca do fortalecimento político. Apoio integral será dispensado aos secretários de Estado e às prefeituras na capital federal. Será implantado também, o programa de Apoio ao Serviço Médico voltado aos amapaenses que necessitam de tratamento de saúde em Brasília.

Nesta semana, o secretário Ildegardo acompanhado do chefe de gabinete Gregório Jácome iniciou uma série de contatos e visitas a entidades públicas e meios de comunicação.

Na sucursal da Rede Amazônica foram recebidos pelo diretor Raimundo Farias Moreira que externou o interesse de estabelecer uma parceria com a Secretaria. “É importante que o público amapaense tenha conhecimento das ações do governo do Amapá aqui”, afirmou. Ildegardo Alencar enfatizou o papel fundamental que tem a Rede na divulgação da Amazônia para o Brasil e para o mundo.

Na representação do Estado do Acre, Ildegardo mostrou a importância de uma aproximação das representações dos estados do Norte em função da afinidade cultural e das carências que são idênticas nesses estados. E incentivou a busca da unidade em questões comuns: “É necessário nos unirmos para trocar experiências e usarmos uma só linguagem nos assuntos referentes a nossa Região.” O chefe de gabinete lembrou que essa integração pode trazer resultados positivos no acompanhamento das alterações do FPE ( Fundo de Participação dos Estados) e do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

O representante do Acre aprovou a idéia e revelou: “em três anos que estou aqui é a primeira vez que tenho contato com representante de outro estado”.

Visitas com as outras representações estão agendadas para a próxima semana.


Graça Pennafort

 


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
Deliciosos.
0XX96 224 1491


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433

Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.