LIVRO ANALISA A RELAÇÃO ENTRE AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E A CIÊNCIA

Ciência e Quadrinhos é uma grande pedida para as pessoas interessadas em analisar como os roteiristas de HQ utilizam a ciência e a técnica em suas histórias. O livro é a transcrição do primeiro capítulo da dissertação de mestrado de Gian Danton (pseudônimo do professor universitário Ivan Carlo Andrade de Oliveira), defendida na Universidade Metodista de São Paulo, em 1997.

Em seu trabalho, Gian livro mostra como no começo, as histórias em quadrinhos têm uma relação de maravilhamento com a ciência. É uma fase ingênua, em que os cientistas são mostrados de forma romântica, como solitários benfeitores da humanidade ou solitários malucos, prontos para usar as suas descobertas para escravizar a humanidade. Num segundo momento, os cientistas são mostrados como fazendo parte de projetos governamentais, muitas vezes de natureza militar. Finalmente, em um momento mais recente, os quadrinistas passam a fazer uma avaliação crítica da ciência, divulgando novos paradigmas e denunciando aspectos ideológicos do fazer científico.

A idéia para o livro surgiu a partir da grande procura por obras do gênero. “Muitos professores, interessados em usar as histórias em quadrinhos em suas aulas de ciências me mandavam e-mails perguntando se minha dissertação de mestrado já havia sido publicada. Percebi que havia a falta de um livro que analisasse como os quadrinhos podem refletir sobre a realidade científica e como isso pode ser feito sem perder o caráter de diversão dos gibis”, afirma o autor.

Gian Danton é autor de vários livros voltados ao jornalismo e à cultura pop, além de organizador da coletânea Agulha Hipodérmica - o poder e os efeitos dos meios de comunicação de massa. Em 1999 recebeu o Prêmio Especial Nova-SBAF e os troféus Ângelo Agostini e HQ Mix por uma de suas histórias, ilustrada por Antônio Éder e José Aguiar, publicada na revista Manticore Especial (editora Monalisa).

O autor é colunista do site Correa Neto(www.correaneto.com.br) e colabora freqüentemente com diversos fanzines e publicações alternativas literárias e de quadrinhos. Atualmente é professor universitário em Macapá, Amapá.

Ciência e Quadrinhos faz parte da coleção Quiosque, da editora Marca de Fantasia, e pode ser adquirido através do sítio da editora: http://marcadefantasia.sites.uol.com.br.




Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.