Novos diretores de escolas foram
empossados nesta segunda-feira

Está confirmada para as 16h desta segunda-feira, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, a solenidade de posse dos novos diretores de escolas da rede pública estadual. A programação contará com a presença do governador do Amapá, Antônio Waldez Góes (PDT), da secretária de Estado da Educação, Maria Vitória da Costa Chagas, servidores públicos, pais de alunos e representantes da sociedade civil organizada.

O governador recomenda aos novos diretores que ao assumirem o cargo o façam com responsabilidade, empenho e dedicação. Para Waldez Góes, cada diretor recém-nomeado terá entre outras coisas, a tarefa de buscar a integração da escola e a comunidade.

“Queremos um diretor pró-ativo, que tenha iniciativa e saiba dividir responsabilidades com os demais servidores da escola”.

Waldez quer uma escola pública solidária e que mantenha a boa relação humana com funcionários e a comunidade em geral. O bom relacionamento, diz o governador, vai desde um bom dia, um sorriso até a humildade para receber sugestões e propostas de melhoria de trabalho”.

Antônio Carlos da Costa Guedes, um dos diretores recém-nomeados que irá assumir a direção da Escola Estadual Antônio Messias Gonçalves da Silva, no Zerão, pretende inicialmente conhecer a funcionalidade do estabelecimento, “Irei avaliar os projetos já implantados e implantar novas propostas”.

EDY WILSON SILVA


Doce Amazônia

Doces e licores
de frutas regionais.
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Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
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Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.