Pará gera 4 mil novos postos

Local: Belém - PA
Fonte: O Liberal
Link: www.oliberal.com.br

Estudo do Dieese revela que o Estado teve o melhor saldo de empregos do Norte, em abril.
Governo garante que obras de infra-estrutura aquecem oferta O Pará se destaca como principal Estado gerador de novos postos de trabalho na Região Norte, ao longo dos últimos 12 meses. Contabilizou quase quatro mil postos no setor forma no mês passado. Esse é o resultado da pesquisa sobre o comportamento dos postos de trabalho no setor formal da economia estadual, confeccionada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese/Pa), com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados/Lei 4.923 (Caged) do Ministério do Trabalho.

Pela pesquisa, o Pará mostra um salto positivo entre trabalhadores admitidos e desligados de empregos. Em abril, houve 15.537 admissões contra 11.818 desligamentos, propiciando um saldo positivo de 3.719 postos formais de trabalho, o melhor entre os sete estados da Região Norte. No levantamento de informações do Dieese/Pa, o balanço entre trabalhadores admitidos e desligados somente Roraima teve saldo negativo em relação a março. Nos estados da Região Norte foram feitas, em abril, 36.228 admissões contra 27.629 desligamentos, num saldo positivo de 8.599 postos de trabalho.

Em 12 meses - Nos últimos 12 meses (maio/03 a abril/04), o Pará teve 171.946 admissões contra 153.735 desligamentos, gerando saldo positivo de 18.211 postos de trabalho. Os estados da região Norte apresentaram, nos últimos 12 meses, 396.668 admissões contra 348.230 desligamentos, com saldo positivo de 48.438 postos de trabalho.

Para o supervisor técnico do Dieese/Pa, Roberto Sena, no período de janeiro a abril em geral não ocorre geração de postos de trabalho, mas, pelo levantamento do Departamento, até março deste ano a agropecuária, a indústria de transformação e o setor serviços vêm puxando a geração de postos de trabalho. Sena observa a necessidade da continuidade de uma política de empregos no Estado. No Pará, o desemprego alcança mais de 400 mil trabalhadores - e são 12 milhões de desempregados no País.

A agropecuária foi o setor que mais cresceu no Estado nos últimos meses, envolvendo a produção de grãos e outros. Mas o setor da construção civil está numa situação muito difícil. Nos anos 90, esse setor possuía 50 mil trabalhadores na base e hoje reúne apenas 15 mil operários. É o setor que mais perdeu postos de trabalho, aponta Roberto Sena, destacando sua expectativa com a entrada em funcionamento do programa de crédito do Governo Federal para esse segmento produtivo.

O setor informal de trabalho contabiliza cerca de um milhão de pessoas em Belém. No Estado, das mais de 2,2 milhões pessoas ocupadas, entre trabalhadores formais e informais, 50% encontram-se na informalidade. Na Região Metropolitana de Belém, 360 mil pessoas trabalham informalmente, das quais dez mil como ambulantes.

Cenário - O secretário do Trabalho e Proteção Social, Haroldo Teixeira, comentou a pesquisa do Dieese/Pa, afirmando que a geração de empregos formais no Estado vincula-se a obras de infra-estrutura que vêm sendo executadas pelo Governo do Estado na última década, como a construção de estradas, eletrificação na área rural e diversificação da base econômica estadual. "Essa geração de postos no mercado formal é motivada pelo fomento dado pelo Governo do Estado à infra-estrutura", afirma o secretário.

O Pará, destaca o secretário, vem registrando saldos positivos entre trabalhadores admitidos e desligados no mercado formal nos últimos anos. Ele informa que em 2003 houve um saldo positivo de 12.470 postos de trabalho, como resultado de 160.830 admissões e 148.360 desligamentos. Para isso contribuíram os setores do comércio, com 6.018 trabalhadores admitidos; serviços, com 4.828 admissões; indústria de transformação, com 3.471; agroindústria, com 2.473.


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Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
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O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
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Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
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Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
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Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
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Madeira preta, gente grossa mal educada.