Patrícia Bastos in concert no Teatro das Bacabeiras

Patrícia Bastos volta a se apresentar no Teatro das Bacabeiras nos dias 30 e 31 de janeiro, sexta e sábado, com o show “Patrícia Bastos in concert”. A última produção, intitulada “Pólvora e Fogo”, ficou em cartaz por cinco meses, percorrendo os Estados do Amapá e Pará. Agora a pretensão é maior e os contatos já se estendem por duas capitais nordestinas e ao Estado de São Paulo.

Patrícia ostenta o titulo de interprete amapaense mais premiada. Vencedora de inúmeros festivais, é a cantora amapaense mais conhecida pelo público e pela crítica.

A produção do próximo espetáculo leva a assinatura do coreógrafo e bailarino Agesandro Rego. Músicos e bailarinos foram escolhidos por uma seleção minuciosa e definido um repertório eclético que forma uma mistura fina do melhor da música popular brasileira com o ritmo pop do CD Pólvora e Fogo.

Alem de grandes sucessos da música popular amapaense, como o tango Bárbaro Soneto, de Ademir Pedrosa (vencedor do 1º FEMAC), Patrícia vai interpretar sucessos nas línguas inglesa e italiana e apresentar canções inéditas, como a valsa “Júlia”, que leva a assinatura dos compositores Dilean e Renivaldo Costa. O show tem apoio do governo do Estado através da Secretaria de Estado da Comunicação (Secom).


SERVIÇO
Show: Patrícia Bastos in concert

Local: Teatro das Bacabeiras

Dias: 30 e 31 de janeiro

Hora: 21h30

Informações: 8112 2970


Doce Amazônia

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Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.