Aritannan vai representar o Amapá no festival Rec-Beat

O músico, compositor e percussionista Arittanan recebeu convite para representar o Amapá no Festival Rec-Beat, um dos mais importantes encontros de música do Brasil e que acontece todos os anos durante o Carnaval. O festival já revelou artistas como Chico Science, Nação Zumbi e Detonautas.

Além de Arittanan, que é considerado um dos mais importantes percussionistas do Amapá e um dos grandes pesquisadores dos ritmos amazônicos, organização do evento convidou a banda “La Pupuña”, do Amazonas.

O Festival Rec-Beat começou a partir do projeto REC-BEAT que, criado em 1993, objetivava divulgar e fortalecer, através de festas em casas noturnas da região portuária do Recife, as novas bandas que surgiam na cidade e que se projetavam no contexto de um novo movimento musical, o Manguebeat.

Foram ações do projeto, além do Festival Rec-Beat, a realização do Rec-beat Aeroanta SP, em 1994, a primeira incursão musical das principais bandas pernambucanas a São Paulo, vastamente divulgada nos principais veículos de imprensa do país.

O Festival Rec-Beat começou efetivamente em 1995, em Olinda, sendo transferido posteriormente (1999) para Recife a convite da secretaria de cultura da cidade do Recife, passando a ocupar a rua da Moeda, que com o evento acabou tornando-se um pólo cultural alternativo do Bairro do Recife, centro histórico da cidade.

A cada edição, o Festival Rec-Beat vem ampliando seus números. Em 2003 foram 24 atrações no palco principal, 12 Djs na Tenda Eletrônica, 04 estilistas no Desfile de Moda e 04 atrações infantis e 04 atrações circenses no Recbitinho. Além disso, o palco do evento recebeu blocos e troças, a exemplo do Quanta Ladeira, bloco criado por Lenine, Zé da Flauta e Lula Queiroga que desde sua fundação se concentra no Festival.

Segundo Arittanan, apenas uma coisa tem impedido seus planos de participar do evento: a falta de patrocínio. O artista está buscando apoio para conseguir chegar até Recife antes do dia 5 de fevereiro, quando começa o evento.

Quem quiser apoiá-lo, deve manter contato com Arittanan pelo telefone 9115 3791.

Renivaldo Costa



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Matinta-perêra
Mulher velha que percorre distâncias à noite. Se afasta se alguém disser que lhe dará um pedaço de rolo de fumo. De manha ela vai buscar.
Cuíra
Diz-se de inquieto, ansioso,impaciente. Daquele que não agüenta a espera de alguma coisa que vai acontecer
Titica
Cipó muito usado para a fabricação de móveis. Chegou à beira da extinção.
Perau
Lugar perigoso do rio. Parte mais funda, onde o rio "não dá pé".
Timbó
Um tipo de veneno usado para matar peixes. Bate-se a planta na água, e o veneno se espalha. sem contrôle, mata.
Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.