Trabalhadores da Feira
têm curso de informática

Quem visita o estande do Processamento de Dados do Amapá (Prodap) e da Agência de Promoção da Cidadania (Agemp), na Expo-Feira Agropecuária, encontra pessoas com os olhos fixos na telas dos computadores e muita vontade de aprender. Trata-se do curso rápido de Processamento de Dados que está sendo ministrado para trabalhadores da Feira e seus filhos.
O treinamento é resultado de uma parceria entre os dois órgãos e funciona de oito às 18 horas, com quatro turmas de 16 alunos cada uma. No período de 18 às 22 horas os computadores ficam livres para os visitantes que quiserem usar a Internet.

Marcondes Pinto Matos, coordenador do curso, disse que nos anos anteriores a atenção estava voltada só para os visitantes da Feira. “Neste ano a preocupação é dar oportunidade às pessoas que não têm condições de pagar um curso e que prestam serviços à Expo-Feira. No caso são vigilantes, pessoal de serviços gerais, ou que trabalham no estacionamento. Há também integrantes de associações dos bairros vizinhos como Fazendinha, Igarapé da Fortaleza e Murici”.

O Prodap instalou os computadores com acesso à Internet, e fará a manutenção dos serviços. A Agemp é responsável pelos instrutores e material didático. Serão ministradas disciplinas de informática básica (sistema operacional windows, editor de texto Word, planilha eletrônica Excel, e navegadores de Internet). No final do curso os alunos receberão certificado.

Os alunos não escondem a satisfação diante da gratuidade do curso. Edicleuma Furtado Correia, 17 anos, filha de um dos seguranças da Feira projeta o futuro. “Este curso é muito importante para nós, porque quando a gente vai procurar emprego a primeira coisa que eles perguntam é se a gente sabe trabalhar com computador. E esse curso vai nos ajudar a arranjar um emprego”. E acrescenta com um sorriso: “Essa iniciava é muito boa, porque os cursos particulares são muito caros”.

Um curso de informática era o desejo de todos, mas a oportunidade de fazê-lo parecia distante. Waldeci Gomes Dias, 25, que trabalha no estacionamento da Feira há muitos anos, diz que este curso está sendo muito importante porque propicia conhecimentos que ele não imaginava que pudesse ter acesso. “É a primeira vez que eu estou pegando num computador, já tenho batalhado para arranjar emprego, mas é preciso ter o segundo grau e curso de computação. “Agora, aqui, a gente está tendo essa oportunidade”.

Graça Penafort,



Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.