IBGE abre 376 vagas para
pessoal de nível superior


O IBGE acaba de abrir concurso público para o preenchimento de 376 vagas de nível superior, distribuídas por todos os estados do país.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União em 23 de abril de 2002. As vagas são para funcionário efetivo, nos cargos de Tecnologista Junior I e Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I.

Algumas admitem formação superior em qualquer área, e outras são específicas para formados em Engenharia Cartográfica, Geografia, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Desenho Industrial, Comunicação Social (com habilitação em Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Produção Editorial) e Tecnologia em Artes Gráficas (com habilitação em Tecnologia em Produção Gráfica).

O salário é de R$ 1.287,63, acrescido da Gratificação de Desempenho por Atividade de Ciência e Tecnologia (GDACT), que pode chegar a 35% desse valor. Portadores de títulos de especialista, mestre e doutor receberão ainda adicionais de 18%, 35% e 70%, respectivamente e não cumulativamente. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

As inscrições estarão abertas no período de 13 a 24 de maio de 2002 e poderão ser feitas nos postos relacionados no Anexo VII ou pela Internet, no endereço www.nce.ufrj.br/concursos. A taxa é de R$50,00.

Os candidatos devem ser maiores de 18 anos, brasileiros natos ou portugueses amparados pelo estatuto de igualdade, estar quites com as obrigações eleitorais e com o serviço militar - no caso de candidatos do sexo masculino. Serão reservadas 5% das vagas para candidatos portadores de deficiência.

As provas serão objetivas e serão compostas de dez questões de múltipla escolha de língua inglesa, 12 de língua portuguesa e 38 de conhecimentos específicos. Os candidatos aprovados nas provas passarão também por análise de títulos e, no caso dos candidatos às vagas de Programação Visual, por uma prova prática.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.