Família de professor preso diz
que autor do
crime da Casa Chama está solto.

Em 1999 o professor Antonio Barbosa foi preso acusado do assassinato de uma jovem de nome Elizelda, crime ocorrido nos altos da Casa Chama, no centro de Macapá, onde ela morava. Desde o fato, a família de Barbosa tem afirmado que o criminoso é outro, e que houve falha e omissão na apuração da verdade. Esta semana familiares de Antonio Barbosa nos enviaram uma correspondência onde contam a sua versão dos fatos, acompanhando uma foto de Jackson Rodrigues Nepomuceno, que afirmam ser o verdadeiro criminoso, contra o qual existe um mandado de prisão. Jackson estaria vivendo no Maranhão, protegido pelo pai que é político no município de Arames. A carta da família de Antonio Barbosa está publicada aqui, na íntegra, e a foto exibida pode ajudar na captura do suspeito. Leia tire suas próprias conclusões

"A quem possa nos ajudar

Meu irmão está preso ha 3 anos, é suspeito de um crime que aconteceu em Macapá, uma jovem foi assassinada com 27 facadas, por nome de Elizelda.

Houve três suspeitos, meu irmão, um ex-aluno dele e um terceiro suspeito, no qual a própria irmã da vítima, falou que, quando deixaram meu irmão e o ex-aluno dele na frente da boate, resolveram sair, ela, a vítima e outra colega irem para outra boate, onde conheceram este elemento, o qual passou a fazer parte do grupo, inclusive as acompanhando até a porta do prédio e ficaram conversando por 10 minutos, depois a irmã subiu e deixou a vítima conversando com o ele.

Tudo foi feito a favor de meu irmão, em relação à justiça, nosso irmão está na penitenciária, o ex-aluno solto e o elemento desaparecido.

No mês de agosto, dia 09/08/2000, meu irmão recebeu uma carta anônima, mas não lhe entregaram, ficou retida no COPEM, até que no dia 20 de maio de 2001, um detento que fazia parte da faxina, achou no lixo esta carta de meu irmão e entregou para ele, nesta carta esta falando o nome do assassino da Elizelda.

Nosso irmão passou para nós e fizemos uma investigação sobre o rapaz e conseguimos tudo sobre ele.

Passamos a carta para o nosso advogado em janeiro de 2002, no qual foi para Macapá e conversou com a promotora Dra. Andréia, para comunicar ao promotor do caso Dr. Eli Pinheiro, que tinha novas provas a favor do nosso irmão, surpresa para o nosso advogado, quando o promotor falou na frente dele e da promotora que para ele não seria surpresa, pois ele sabia disto e inclusive até a foto do suspeito estava no processo desde novembro de 99. Mentira foi revisto todo processo em vão, nosso advogado foi encontrar essas provas no arquivo morto da delegacia de homicídios, constava foto do Jackson, um mandato de prisão para ele, depoimento dos irmãos da vítima e testemunhas, inclusive ficou sabendo que a família já sabia do terceiro suspeito 5 dias após o crime.

Como nosso advogado sabia do endereço do Jackson, em Maranhão, a pedido da promotora, foi até lá com o mandato, avisou a todos da justiça e deu a foto para fazerem a captura dele, colheu o depoimento e filmou a ex-mulher dele (Jackson) falando que no dia do crime ele chegou com a mão cortada e foi até o P.S. (inclusive temos até a ficha do P.S.), pois na luta, ele machucou a mão esquerda, falou também que ele tirou uma chave do bolso e jogou do lado de fora do ônibus (até hoje não foi encontrada a chave do apartamento da vítima).

Para nossa surpresa, na cidade onde mora o pai dele, em Arames - MA, todo mundo sabe que ele matou uma moça em Macapá, e para maior surpresa nossa, o nosso advogado descobriu e todos da cidade sabem, que, ele matou também uma estudante em São Luiz, MA, temos o depoimento dela falando sobre esse crime.

Como pode perceber a família da vítima, o promotor, o delegado e o juiz, todos eram sabedor da existência do Jackson, só que não sabemos porque não foram atrás dele.

E todo esse tempo, gostaria de saber porque envolveram meu irmão neste crime, porque esconderam esses depoimentos, a foto e o mandato, porque não colocaram no processo, porque a família continua persistindo que meu irmão é culpado (principalmente o Sr. Paulo e dona Maria Aparecida).

No ano de 2001, mês de junho, o Dr. Paulo, em entrevista na Rádio, junto com nosso advogado, diz que meu irmão é um psicopata, premeditou o crime, assassino frio e calculista, faz e fica numa boa, e faz uma simulação de como meu irmão matou a moça.

Para provar que realmente a família não quer que esse caso venha ao conhecimento de todos, conseguimos que uma emissora fizesse uma reportagem com nosso irmão, para podermos mostrar a rede nacional à foto do Jackson, para surpresa nossa a reportagem foi toda alterada, sem chance de se aproveitar nada.

Por isso o que mais queremos é mostrar a foto e o mandato de prisão deste elemento, para que toda população nos ajude, enquanto esse elemento não for pego, nosso irmão não terá a liberdade e não conseguiremos provar a inocência dele.

Todo poder judiciário de Macapá, sabe sobre a existência do Jackson, porém querem marcar o júri popular para nosso irmão, sem se preocuparem em procurar o verdadeiro criminoso.

Por favor, nos ajude, são 3 anos de desespero em saber que existe um inocente preso e um criminoso solto."


Contatos: Maria de Fátima Barbosa 3972-4609 / 3971-9351

Maria Aparecida Simplício 3972-2214



 

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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.