Procon vai reunir em audiência
pública consumidores
lesados por plano de saúde

Será amanhã, quinta-feira, 28, a audiência pública que o Procon/Ap (Instituto de Defesa do Consumidor do Amapá) realizará para discutir a questão da Codeb (Cooperativa Evangélica de Belém). A cooperativa funciona como plano de saúde e, nos últimos meses, vem enfrentando uma série de dificuldades financeiras.

A cooperativa já foi denunciada à Justiça paraense pelo Ministério Público daquele Estado. Com base na denúncia, foi pedida a prisão preventiva dos diretores da cooperativa. Eles chegaram a ser presos, mas foram soltos dois dias depois beneficiados por um habeas corpus.

Para a audiência pública que acontecerá na sede do Procon (Edifício Blumenau, Avenida FAB, n0 380/bairro Central), estão sendo convidadas todos as pessoas lesadas pela cooperativa no Amapá, sindicatos que mantinham convênios com a entidade e o MPEA (Ministério Público do Estado do Amapá).

No Procon existem por enquanto três denúncias contra a Codeb. A denúncia mais comum é com relação a falta de cobertura para custear o atendimento médico nos hospitais credenciados.

“Isso acontece quando o cliente, mesmo pagando todas as mensalidades, não consegue ser atendido porque a cooperativa não repassou o dinheiro descontado para o hospital”, explicou Pingarilho.

Há casos também em que o segurado foi descredenciado do plano de forma unilateral e sem qualquer comunicação prévia. Foi o que aconteceu com Margarida Maria Flexa de Breu, que só ficou sabendo de seu descredenciamento quando necessitou do atendimento médico.

Apesar do pouco número de queixas registradas, José Pigarilho acredita que o número de pessoas lesadas no Amapá seja bem superior às três denúncias existentes no órgão. “Nós não temos dúvida nenhuma quanto a isso. E estamos aguardando essas pessoas aqui para que elas possam formular suas denúncias”, disse.

Ele levanta essa suspeita pelo fato de que além dos clientes avulsos, a Cobed mantinha contrato com sindicatos e servidores públicos tanto na esfera estadual como também municipal. Neste último caso, o desconto era feito direto no contracheque do funcionário. Mesmo assim, ele ficava sem atendimento.

“Por isso decidimos realizar essa audiência pública. Essas pessoas não podem ficar lesadas. Precisamos discutir a situação e ver qual o caminho mais correto para se tomar. De alguma forma essas pessoas têm que ser ressarcidas”, sentenciou.


Joel Elias

 

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Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
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Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.