Moveleiros se preparam
para conquistar mercado externo

Depois de passar os dois últimos anos por uma intensa fase de investimentos em tecnologia e design, os moveleiros de Laranjal do Jarí, sul do Amapá, começam a pensar na política de mercado, priorizando aqueles que podem se tornar os melhores pontos de vendas.

"Não adianta apenas melhorar o produto, temos que mostrar para o consumidor que ele está ganhando grandes vantagens e com isso levando para casa um móvel com preço bem superior", disse Edílson Silva, presidente da Cooperativa de Móveis de Laranjal do Jarí (Coopmóveis).

Apostar na abertura de mercado pode significar novos investimentos, principalmente para às micro e pequenas empresas. No entendimento dos moveleiros, essa é a única forma de colocar os produtos em igualdade de condições com outras empresas e gradativamente ganhar a preferência do consumidor.

Essa metodologia de mercado passou a ser empregada há dois com a entrada do Programa de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável (DLIS), desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amapá (Sebrae), e os primeiros resultados já começam a aparecer, mesmo sendo considerado um processo lento, já que implica em diversos fatores como busca de parceiros, matéria-prima, estratégia de recrutamento e treinamento de pessoal.

Desde a substituição do trabalho manual pelo tecnológico, a coopmóveis aumentou sua produção em quase 60%, o que representa aumento na geração de emprego e renda. Hoje atende toda região do Vale do Jarí.

O próximo passo, diz Edílson Silva, será conquistar o mercado nacional e internacional. "Estamos trabalhando em cima disso. Já começamos a capacitar novos funcionários para mantermos nosso ritmo de produção para não termos problema no futuro no abastecimento tanto do mercado local quanto externo".

Outra preocupação da coopmóveis é com a questão ambiental. Em cima disso desenvolveu um projeto para cultivar as espécies que estão sendo exploradas como a andiroba e a macacauba.

"Quando iniciamos nosso trabalho de exploração na reserva extrativista, assumimos o compromisso de fazer o reflorestamento da área explorada. Hoje estamos com seis mil pés de macacauba prontos para serem plantados", disse o presidente da coopmóveis.


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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.