Tartarugalzinho ganha terminal
rodoviário até o final do mês


A secretaria de Estado dos Transportes (Setrap), anunciou para segunda quinzena deste mês, a inauguração de duas grandes obras de cunho social, executada pelo governo do Estado. Trata-se da Estação Rodoviária de Tartarugalzinho e da praça pública, no entorno da também estação rodoviária de Laranjal do Jari, em construção. Construídas para trabalhar com transporte convencional e alternativo intermunicipal, as rodoviárias, além de propiciar mais segurança e conforto a população são consideradas vitais para o desenvolvimento econômico daquelas regiões.

A rodoviária de Tartarugalzinho, distante 230 quilômetros da capital se encontra na fase final de conclusão. Investimentos da ordem de R$ 1,3 milhão estão viabilizando a execução dos serviços. A rodovia atende uma antiga reivindicação dos usuários da BR-156 que viajam para os municípios da região norte do Amapá. Pela sua localização estratégica, é parada obrigatória para descansar ou se alimentar.

Erguida numa área de 6.360 metros, o empreendimento possui cinco salas, destinadas a lojas de conveniência, banca de revistas e outras modalidades comerciais. Conta com duas salas para administração, um restaurante com serviço de lanchonete, uma sala de sonorização e um boxe policial, além de dois guichês para venda de passagens e mais um para informações. Com um detalhe importânte: os banheiros masculino e feminino são dotados com dependência adequada para deficientes físicos.

PRAÇA NO LARANJAL – Da Estação Rodoviária do Laranjal do Jari, o governo vai entregar antes da inauguração, a praça pública, dotada de palco de eventos ao ar livre. A arrojada arquitetura contrasta com os bonitos pórticos que formam do conjunto da construção.

A rodoviária tem área total de 20 mil metros quadrados. A capacidade da plataforma de embarque é de até cinco ônibus e amplo estacionamento para veículos particulares. O custo desta obra é de R$ 1,8 milhão.

Sua estrutura é composta de boxes para vendas de passagens e serviços de informações sobre horário de saída e chegada de veículos. Conta com administração, lojas, lanchonetes e banheiros.


Carlos de Jesus Pereira

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.