Especialistas defendem redução
de queimadas na Amazônia

Fonte: Radiobras
Link: www.radiobras.gov.br/


Rio - O Brasil precisa diminuir o ritmo dos desmatamentos, principalmente na região da Amazônia, pois as chamadas queimadas estão contribuindo, cada vez mais, para a emissão de gases que provocam o aquecimento global. O alerta foi feito no Rio de Janeiro pelo secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Fábio Feldman, ao participar de reunião com o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sérgio Besserman, e especialistas em meio ambiente para debater os resultados da Rio+10 e as perspectivas para a próxima reunião das Nações Unidas sobre o tema.

Feldman enfatizou que o desafio brasileiro de reduzir os
desmatamentos não é tão complexo como o de países industrializados, cujo esforço pode comprometer o desenvolvimento da economia. Por isso, acredita que a questão não pode ser adiada pelo governo e que a sociedade tem que participar das ações.

A reunião do Fórum também marcou a instalação da Câmara Temática sobre Comunicação, Educação e Informação, que será presidida peIo IBGE. A Câmara vai articular as ações das outras 10 Câmaras Temáticas atuantes nas áreas de Impactos Econômicos e Sociais; Mecanismos de Desenvolvimento Limpo; Energias Renováveis; Recursos Hídricos; Biodiversidade; Usos do Solo, Mudanças de Uso do Solo e Florestas; e Assuntos Jurídicos.

De acordo com Feldman, as discussões nestas Câmaras vão contribuir para os estudos sobre o que vai acontecer com o Brasil em relação às mudanças climáticas na agricultura, na floresta amazônica e nas cidades litorâneas com a elevação do nível do mar.

Ainda durante a reunião do Fórum, na sede do IBGE, o Instituto lançou o livro "O que está acontecendo com a nossa Terra?", voltado para o público infantil.

Cristiane Ribeiro


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.