Feira de Mato Grosso reconhece
alcance social do Pojeto Navegar

Universitários, professores, representantes de organizações não-governamentais e moradores de Cuiabá (MT) ficaram impressionados com o Projeto Navegar, executado pela Empresa de Processamento de Dados do Amapá (Prodap) no arquipélago do Bailique.

A apresentação do projeto ocorreu na quarta-feira, 7, no auditório do Centro de Eventos Pantanal, local da Feira de Informática e Telecomunicações denominada IT Conference Sucesu MT-2002, no período de 6 a 9 de novembro em Mato Grosso. A feira é considerada a maior vitrine do setor de multimídia do Estado.

O Navegar engloba a categoria de projetos bem sucedidos na área de inclusão digital. O presidente do Prodap, Richard Dias da Costa, fez um breve relato da concepção, finalidade e perspectivas futuras do projeto para 400 pessoas. “Toda vez que o Navegar é convidado para um evento de grande porte isso gera uma expectativa muito grande, não só para nós que vislumbramos a adesão de parceiros para expandir o projeto, como também a troca de experiências com entidades que desenvolvem ações voltadas neste sentido, que é levar o conhecimento através da informática às comunidades que vivem em regiões de difícil acesso”, avalia.

O diretor executivo do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio aprovou a iniciativa do Governo do Amapá. A CDI é uma ONG que atua na difusão de conhecimento às populações carentes do Brasil e do mundo. Em conversa com o presidente do Prodap ele demonstrou interesse em montar uma representação da instituição no Amapá e também fazer parceria com o Navegar para fortalecer o processo de inclusão digital. Outro que se encantou com o projeto foi Adroaldo Quintela, coordenador geral da Comunidade Brasil. A entidade, recém criada, focaliza suas ações na promoção da alfabetização e aumento do número de pessoas ao computador e à Internet por meio da instalação de telecentros. “Fico feliz em saber que no Amapá o poder público investe em projetos que têm alcance social muito grande para as comunidades que estão distantes dos grandes centros. Estou disposto a cooperar com o Navegar”, afirmou. A Comunidade Brasil começa a funcionar a partir da segunda quinzena de novembro em Mato Grosso nas cidades de Santo Antônio de Leverger, Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Cuiabá, Várzea Grande e Jangada.

O tema “Tecnologia ao Alcance de Todos” foi o foco central da feira. A preocupação da comissão organizadora era juntar num único local vários projetos de inclusão digital para que houvesse, além da troca de experiências entre os Estados, uma conscientização do poder público e da sociedade sobre a importância de se avançar cada vez mais em projetos desta natureza.

Vitrine

O stand do Prodap foi um dos grandes atrativos da feira. No primeiro dia e visitação a curiosidade em saber o que é o Navegar, como funciona e informações sobre o Arquipélago do Bailique eram as perguntas mais freqüentes feitas, principalmente, por estudantes universitários e secundaristas. O material exposto no stand (cd-rom, kit´s, folderes, cartazes e acesso ao Navegar através de micro computadores) atraiu a atenção do público.

João Clésio


 

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.