Deputados garantem
89 milhões em 2002

Os quatro deputados federais que apoiam o governo estadual, Evandro Milhomem, PSB, Fátima Pelaes, PSDB, Badú Picanço, PL, e Antônio Feijão,PSDB garantiram R$ 89 milhões na programação orçamentária do Orçamento Geral da União - OGU para 2002, segundo informou o secretário do planejamento do Estado, Charles Chelala.

Segundo ele, a bancada trabalhou individual e coletivamente para garantir os recursos no orçamento geral. O secretário explicou que após a entrada no orçamento, os deputados terão que trabalhar a garantia da liberação dos recursos. "Estar no orçamento não significa que o dinheiro já está disponível para investimentos no Estado. Agora os projetos serão apresentados, e após a aprovação, os deputados trabalharão a liberação dos recursos".

O secretário diz que o Amapá é um dos estados do Brasil que menos recebe recursos dentro do orçamento da União, por isso a integração no trabalho dos deputados é muito importante para o Estado. "Temos hoje o apoio de quatro deputados, que são fundamentais para a liberação de recursos para o Estado. Se o governo pudesse contar com a união de toda a bancada federal, o volume de recursos disponibilizados dentro do orçamento seria maior".

O secretário explica que mesmo depois que os projetos são aprovados e os convênios assinados, o Estado ainda corre o risco de não ter a liberação total do recurso. "O Governo Federal criou o contingenciamento, que torna indisponível 30% ou 40% desses recursos. Por isso, precisamos da força total da nossa bancada em Brasília".

Para finalizar, Chelala diz que os valores do Orçamento Geral da União ainda estão sendo objeto de estudos técnicos por parte do Ministério do Planejamento e que podem sofrer alguns cortes. Os projetos já estão em fase de elaboração e os convênios com a União deverão estar assinados, em termos finais, no máximo até o dia 5 de julho, por exigência da lei eleitoral.

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Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.