Ensaio fotográfico
mostra o
surf na pororoca


O primeiro ensaio fotográfico sobre o Surf na Pororoca teve seu lançamento no dia 08, às 20h, na Fortaleza São José de Macapá, com um coquetel para convidados especiais e a imprensa. No período entre 09 e 20/03 estará aberto ao público. Fazem parte da mostra 50 fotografias no formato 30x40cm, sob a visão do fotógrafo e surfista paraense, Nil Farias, 30, que há cinco anos fotografa os campeonatos dessa categoria.

O surf na pororoca é um esporte radical que vem ganhando muitos adeptos. Corajosos surfistas do mundo inteiro já estão interessados nesse tipo de manobra que, segundo informações do site www.surfway.com.br, especializado no assunto, começa no momento da quebra do equilíbrio entre a água doce e a salgada, quando o mar tenta invadir o rio com pressão titânica, formando uma grande onda. Esta onda de maré se torna surfável ao encontrar bancos de areia, ilhas ou margens de rios. É quando se formam grandes espumeiros, que dependendo das condições de vento, transformam-se em ondas perfeitas.

Para Noélio Sobrinho, precursor do surf na pororoca e organizador dos eventos, essa exposição acontecerá em todas os estados que fazem parte do circuito, ou seja, em quatro pontos da pororoca. "Daqui ela vai para o shopping Iguatemi, em Belém do Pará. A seguir acompanha o IV Campeonato de Surf na Pororoca, que vai acontecer em São Domingo do Capim, a 140 km de Belém. Dali segue para São Luis do Maranhão, onde vai acontecer o primeiro campeonato daquele estado".

No final de abril será a vez do Amapá receber os adeptos do mundo inteiro para mais um evento do esporte, nas águas do rio Araguari, no município de Cutias do Araguari.

Noélio disse que a exposição mostra todas as viagens desses aventureiros e as dificuldades enfrentadas. "Tudo isso é para mostrar que a onda mais longa do planeta acontece aqui na Amazônia. Além de mostrar a técnica de resgate do atleta, porque a pororoca era considerada sinônimo de tragédia. A partir do surf, a pororoca passou a ser vista como um meio para o desenvolvimento do ecoturismo e do turismo de aventura".

Durante a exposição os organizadores do evento fazem mostras de vídeos e palestras sobre o surf na pororoca, ecoturismo e turismo de aventura.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.