Governadora conclama poderes
para cruzada contra violência


O combate à violência não se restringe à competência da autoridade policial, mas, é também um trabalho de políticas públicas que envolvam o governo municipal, o governo estadual, o governo federal e também os outros poderes constituídos.

Está é a opinião da governadora Dalva Figueiredo, que esta semana, conclamou o MPEA (Ministério Público do Estado do Amapá), a Assembléia Legislativa, o TJAP (Tribunal de Justiça do Amapá) e as prefeituras para juntos realizarem uma grande cruzada contra a violência no Estado.

A convocação foi feita durante a assinatura de convênios com oito prefeituras do interior, solenidade ocorrida no Palácio do Setentrião. Na ocasião, a governadora afirmou que é muito preocupante o envolvimento da juventude amapaense com a violência, com as drogas e com outros tipos de crimes.

"Nós, enquanto poder público, temos que nos preocupar com isso, executando políticas que garantam mais educação, mais emprego, mais lazer, mais cultura à população e, principalmente, à juventude", sentenciou.

A governadora revelou ainda que cada secretaria, cada órgão do Governo do Estado, já recebeu dela a orientação expressa de fazer parceria com prefeituras e ONGs (Organizações Não-Governamentais) nas áreas da cultura, esporte e lazer, a fim de dar ocupação aos jovens.

"Nós precisamos envolver a nossa juventude nessas atividades sadias senão, mais adiante, iremos nos deparar com um quadro de extrema gravidade com toda essa violência que aflora todo dia no Amapá", avaliou.

Dalva Figueiredo deixou claro que esta é uma preocupação não só dela, mas do governo do PT como um todo. Ela também defendeu a necessidade do Governo do Estado fazer parcerias não só com os municípios, mas também com entidades sérias que já desenvolvem um trabalho junto à comunidade.

A governadora fez questão de enfatizar que a intenção do governo quando pede a união dos poderes na luta contra a violência não é provocar o caos, levar o medo à comunidade, deixando a população com sensação de insegura, mas o contrário, garantir mais segurança à população.

"O que estamos buscando com isso é trabalhar para que nossas polícias, seja a Civil ou Militar, possam atuar na investigação, no policiamento ostensivo, ou seja, dar uma melhor condição de segurança à população. Agora mesmo estamos adquirindo cerca de 50 viaturas para o sistema de segurança pública, isso ao mesmo tempo em que trabalhamos também essas parcerias como uma ação coletiva",.

Joel Elias

 

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.