Governadora discute
orçamento com
os demais Poderes

A governadora Dalva Figueiredo (PT) reuniu esta manhã com os representantes dos Poderes do Estado do Amapá, para discutir sobre o orçamento de 2003. Estiveram presentes o desembargador Carmo Antonio de Souza (presidente do Tribunal de Justiça do Amapá), Amiraldo Favacho (presidente do Tribunal de Contas do Estado) e o deputado Fran Júnior, presidente da Assembléia Legislativa do Estado.

Na oportunidade a governadora sugeriu um consenso em torno da unificação dos dois orçamentos, já que o Estado convive hoje com duas peças orçamentárias, uma sendo mantida através de decisões judiciais. A forma que o governo está propondo significaria uma melhoria na execução dos recursos públicos para os próprios Poderes dando maior controle sem comprometer seus contratos e seus investimentos.

Para o secretário de governo, Edivan Barros, depende muito do acordo e da compreensão dos Poderes para que a população não seja prejudicada com cortes desnecessários ao andamento da máquina administrativa. Ele citou que durante a reunião, houve a proposta de um dos participantes no sentido de que o entendimento para resolver a questão tem que ser uma decisão política de consenso entre os representantes dos Poderes.

Quando ao gesto da governadora de convidar os Poderes para discutir a questão do orçamento, o secretário Edivan disse que a sociedade espera gestos como estes, de transparência, de entendimento. “E isso é uma demonstração de entendimento, não só do executivo, como dos demais Poderes”, concluiu.

Leal Di Souza

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.