Diretora do Copen diz que o
envio de presos ao Tribunal
do Júri é feito regularmente

O juiz João Guilherme Lages, presidente do Tribunal do Júri de Macapá, em entrevista a um jornal local, acusou a direção do Complexo Penitenciário (Copen) de não encaminhar presos na data marcada pela Justiça para ações como reconhecimento por parte de testemunhas de delitos e outras necessidades judiciais, bem como de haver liberado detentos durante o período natalino sem prévia consulta àquele Poder. Segundo ele, isso resultou na fuga do homicida Sérgio Ricardo Sales Silva, condenado a 20 anos de prisão no Amapá e mais 20 anos na Bahia.

A diretora do Copen, Solange Maciel, informou que o envio de presos às Comarcas é feito regularmente, quando a solicitação chega em tempo hábil àquela instituição. "Em casos excepcionais pode ocorrer alguma falha, porque nós encaminhamos cerca de 40 presos diariamente ao Fórum. Acontece que somente esse ano, 17 solicitações foram feitas por telefone, dessas, três foram do próprio Tribunal do Júri. Eles ligam praticamente na hora da audiência e querem ser atendidos imediatamente. Na maioria dos casos, nós conseguimos. No entanto, é humanamente impossível trabalhar desse jeito", reclama a diretora.

Solange falou que conta atualmente com três viaturas para atender essa demanda. "E não é somente em Macapá. Presos são encaminhados a todas as Comarcas do Estado, necessitando do acompanhamento de policiais e o deslocamento de viaturas, que muitas temos que alugar, para evitar esses contratempos".

Com relação ao detento Sérgio Ricardo, ela contou que 182 presos foram liberados por conta de critérios objetivos e subjetivos. "Todos estavam trabalhando e com excelente conduta dentro do Complexo. É um risco que se corre por conta da ressocialização dos detentos. Dos cinco que não retornaram, três haviam sido liberados pela Justiça. Porém, estamos trabalhando incansavelmente pela recaptura desses presidiários", justifica.

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Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.