Igarapé das Mulheres
ganha uma nova feira


A Feira do Igarapé das Mulheres e o revestimento de 80 metros do canal que corta a avenida Ana Nery no bairro do mesmo nome ficam prontos nos próximos dias, oferecendo aos seus usuários um melhor atendimento e atraindo novos empreendimentos para sustentar o crescimento local. A obra, de mais de um milhão de reais – recursos do Governo do Amapá - já empregou cerca de 100 homens em um ano de trabalho, e se encontra em fase de conclusão, segundo a Secretaria de Estado da Infra-Estrutura (Seinf).

De padrão regional, a feira substitui a Feira Maluca, improvisada nas laterais da avenida Nações Unidas com a Cândido Mendes. Todo urbanizado, o novo espaço possui 260 metros quadrados.

São nove blocos, divididos em administração, amassadeira de açaí, lanchonete, banheiros, boxes para venda de peixe, camarão e carne. A estrutura conta também com pista de rolamento, ponte de acesso, estacionamento para 15 veículos, incluindo iluminação externa.

A Guarda Municipal faz o policiamento da orla e a Polícia Interativa cobre as escolas, além do bairro, contando com duas viaturas, o que tem contribuído para o crescente interesse de empresas comerciais em se estabelecer no local, como: supermercados, mini-boxes, lojas de ferragens e roupas, panificadoras, restaurantes, açougues e pequenos comércios.

O bairro conta com posto de saúde, creches e centro comunitário, associações e escolas.

Carlos de Jesus Pereira

 

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.