Allegretti arruma
um novo desafio

A Secretária de Coordenação da Amazônia do Ministério de Meio
Ambiente, Mary Allegretti, é sem dúvida uma figura de destaque que não se encaixa nas categorias típicas da Esplanada dos Ministérios.

Com seu estilo polêmico e lutador, é consenso que representou uma das novidades mais significativas e surpreendentes do segundo mandato FHC. Não tanto pelo que se sabia dela - em decorrência de seu histórico de protagonista das lutas de Chico Mendes no Acre e do plano de desenvolvimento sustentável do Amapá - mas sim pelo que se descobriu dela ao longo de sua gestão, isto é, uma inesperada articulação com setores relutantes em dialogar com a área ambiental do governo. Um exemplo disso foram as "agendas positivas" que a secretária insistiu em negociar em cada um dos nove estados da região, assim como vários casos de criação de colegiados com a
participação da sociedade, inclusive representantes de setores
econômicos da região.

Em julho, a sempre surpreendente Mary havia anunciado que - por ter basicamente cumprido com as tarefas dela no Ministério e por faltarem novos desafios de porte nos últimos meses de governo - estaria deixando a Secretaria antecipadamente. Quem a conhece jura que ela mal suportava a idéia de ficar administrando questões corriqueiras.

Agora, porém, ela arrumou uma nova tarefa desafiadora e anunciou ao Ministro José Carlos Carvalho que está disposta a se dedicar à nova missão até o último dia do mandato. A tarefa consiste em juntar dois programas com nomes parecidos mas que nunca conseguiram qualquer integração entre si, isto é o Programa Brasileiro para as Florestas Tropicais (antigamente conhecido como Programa Piloto ou PP-G7) e o Programa Nacional de Florestas (PNF). Para tanto, ela contará com a coordenação de um experiente gerente da Casa, Raimundo Deusdará.

Mary Allegretti explicou que nos próximos quatro meses pretende
estruturar um novo e ambicioso programa de cunho nacional, visando valorizar o aspecto produtivo dos recursos florestais do País e colocando o instrumento a serviço tanto do desenvolvimento social quanto da balança do comércio exterior. A idéia é envolver o pequeno e o grande produtor, aproveitando as experiências pilotos de Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Lenha, carvão, papel, celulose, madeira, óleos, borracha, palmito, castanhas, em suma, um portfólio por meio do qual o Ministério de Meio Ambiente deveria se tornar referência inusitada para vários setores da economia, sejam produtores ou consumidores de referidas matérias primas. Acredite se quiser. Mas, pelo visto, os últimos meses da Secretaria da Amazônia
não serão mera rotina. ( Amazônia org.br)

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.