BELÉM FAZ ENCONTRO
EM DEFESA DA ÁGUA

Um dos bens mais preciosos da humanidade, a água, corre o risco de esgotar-se nos mananciais naturais em pouco tempo. No mundo inteiro os governos têm se preocupado em proteger os seus mananciais e discutir saídas para o possível esgotamento da água no planeta. O Brasil, em especial a Amazônia, região que detém os maiores mananciais de água do mundo, ainda não despertou para a importância do assunto.

Em Belém, já se discute a possibilidade de privatização da Cosanpa, o que trouxe à tona o debate sobre a questão da Água. Neste mês de setembro, a Prefeitura realiza com o apoio de entidades da sociedade civil organizada, várias atividades sobre este tema. Haverá, em primeiro lugar, uma consulta popular sobre a privatização da Cosanpa, que acontece de 9 a 12 com urnas espalhadas durante o dia todo em vários pontos dos oito distritos administrativos do município, além das praças da República (centro) e do Operário (São Braz), Feira do Ver-O-Peso e em frente aos shoppings Castanheira e Iguatemi.

A consulta culmina com a Caminhada em Defesa da Água, pela Vida e Contra a Privatização da Cosanpa, e no dia seguinte se inicia o Congresso Municipal de Saneamento, de 13 a 15, no Hilton Hotel. Toda essa campanha visa chamar a atenção dos cidadãos para o projeto de lei sobre política nacional de saneamento, que tramita no Congresso Nacional, dispondo sobre as concessões para exploração do setor.

O projeto é baseado em estudos do Banco Mundial (Bird) com o apoio do Governo Federal e permite o avanço da iniciativa privada na prestação de serviços de água e esgoto, mas só em cidades onde a exploração possa ser rentável e mais lucrativa, como nas regiões metropolitanas e microrregiões urbanas de alto poder aquisitivo. Ao mesmo tempo, a proposta retira dos municípios a titularidade sobre esses serviços, repassando-a para o âmbito do Estado.A alternativa à privatização em Belém seria justamente a municipalização do setor, com controle social.

A abertura do Congresso será na noite de sexta-feira (13), com a presença do francês Jean-Luc Touly, da Coalizão Mundial contra a Privatização da Água, entidade não governamental baseada na França. No sábado e no domingo acontecerão as mesas de debates e discussões sobre os temas com a participação de palestrantes nacionais e internacionais. (Prefeitura Municipal de Belém)

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.