Shows e festivais vão marcar
a reabertura do Bacabeiras

A reforma do Teatro das Bacabeiras, iniciada nos primeiros meses de 2001, ganha ritmo acelerado, para que a reabertura não passe da segunda quinzena do mês de março. Na quinta-feira, 14, o governador do Estado, João Alberto Capiberibe, acompanhado do secretário de infra-estrutura, Cláudio Pinho, esteve visitando a obra e se mostrou bastante otimista com o andamento. A reforma trará à sociedade um teatro praticamente novo, e os grandes espetáculos, tanto por parte da produção local como nacional, estarão de volta à capital amapaense. O orçamento total é de aproximadamente 1,5 milhão e tem proporcionado, direta ou indiretamente, a geração de mais de 70 empregos. A ECAP Engenharia – empresa que executa o trabalho de reforma – recebeu do arquiteto responsável pelo projeto, Daniel Souza, a pedido do próprio governador Capiberibe, a orientação para que nada altere a originalidade da obra.

Das escadarias de entrada à subestação de energia do Teatro, é notável a recuperação progressiva. O revestimento interno de madeira, que, ao longo desses anos, sofreu a ação devastadora dos cupins, está sendo refeito. Antes da aplicação do novo revestimento, as paredes recebem um tratamento de descupinização.

O sistema elétrico, hidráulico e de refrigeração, os equipamentos de iluminação e som, as cortinas do palco, assim como todo o estofamento das 705 poltronas que compõem a lotação do Teatro, obedecendo ao mesmo padrão de qualidade e cor, também estão sendo reformados. A copa ganha piso e parede de mármore. O corrimão das escadas, cobertura em granito. Os camarins, o hall de entrada, banheiros, as salas de dança e administração, tudo, aos poucos, à medida que a reforma avança, vai dando uma imagem nova e mais saudável ao grande centro de cultura. Na parte externa, a pintura recebe um tom mais forte. Na extensão lateral do prédio, os vidros fumês estão sendo trocados por novos. As luminárias, de maior potência e design mais moderno, dão toque de sutileza na decoração. Dez bancos em concreto, pelas calçadas, são assentados, e toda a grama ao redor do Teatro, replantada.

Segundo o diretor Dinaldo Melo, o grande painel feito por artistas amapaenses (Gibran Santana, Dekko e Tom DC), junto com o artista francês Robert Llorens, atrás do Teatro, onde ficou selada a parceria cultural Amapá-Guiana, nos próximos dias, deverá ser revitalizado.

Festa de Reabertura

Uma vasta programação começa a ser elaborada pela Fundação Estadual de Cultura do Amapá (Fundecap) para celebrar oficialmente a reabertura do Teatro das Bacabeiras. "Não será apenas um show, mas uma seqüência de shows, em uma extensa programação cultural, envolvendo produtores e artistas locais, em vários segmentos da arte, como: a música, o teatro, a dança, a literatura, etc." – diz o diretor-presidente da Fundecap, Nelson Souza. "Uma super atração nacional marcará também a reabertura. E, para fechar a festa, a realização do V FEMAC (Festival Amapaense da Canção) nos dias 2, 3 e 4 de maio, com o lançamento do CD da quarta edição, gravado ao vivo, em 2000, no próprio Teatro das Bacabeiras." – conclui o diretor-presidente.


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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.