Energia 24 horas para 28
comunidades do Bialique

O presidente da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), Luiz José Monteiro garante que fica pronto em julho de 2004 o Linhão que interliga com energia 24 horas as 38 comunidades do arquipélago do Bailique. As obras, orçadas em R$ 3,52 milhões – recurso federal, contemplam a implantação de 937 postes, num total de 74 quilômetros de extensão de rede. "Independente do Linhão, a governadora do Amapá, Maria Dalva de Souza Figueiredo, garante para os próximos dias, energia 24 horas no arquipélago, com a assinatura de um convênio da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), que fará o repasse de recursos para o Conselho Comunitário do Bailique, viabilizar a compra de combustível para o funcionamento de três ursinas térmicas, inauguradas recentemente", diz o presidente.

As usinas já estão funcionando com energia 12 e 18 horas, atendendo uma população de 636 habitantes das vilas Progresso, Macedônia, Jaranduba e escola Bosque. A interligação da rede é subaquática, atravessando a Vila Progresso para a vila Macedônia. A linha de distribuição em alta tensão mede 3,23 km e em baixa tensão 3,12, e conta com 116 postes instalados, 103 luminárias e 9 transformadores, perfazendo uma potência total de 365 KVA. O investimento foi de R$ 628.635,54 - recursos do Governo do Estado.

Pelo cronograma estabelecido pela CEA, as obras serão divididas em duas etapas, iniciando-se em setembro deste ano, na comunidade de São Tomé a Foz do Gurijuba, em julho de 2003. A segunda etapa, a partir de setembro de 2003 a julho de 2004 chega à Vila Progresso e Macedônia. "As obras do Linhão são complexas, atravessam rios e matas, porém, a CEA está estudando um tipo de cabo isolado, condutores de energia, visando a preservação do meio-ambiente", completou Luiz Monteiro. ( Carlos de Jesus )

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.