MP quer disciplinar o funcionamento de olarias

O novo promotor de Justiça do Meio Ambiente e Patrimônio Público, Pedro Leite, fez na manhã de hoje uma vistoria em duas olarias do município de Santana, acompanhado pelo titular da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Antônio Carlos Farias, além de técnicos e especialistas em meio ambiente. A medida faz parte de um amplo trabalho para disciplinar o funcionamento de olarias no Amapá, pois nenhuma possui licença ambiental.

Segundo o promotor Pedro Leite, a iniciativa visa fomentar o debate sobre o tema, pois o que se quer é uma alternativa comum – que atenda aos interesses dos diversos setores afetos ao setor, mas que seja norteado pela legalidade. “Seria muito cômodo o Ministério Público sair autuando ou fechando olarias por aí afora. Mas existem diversos aspectos a serem considerados, entre eles o fator econômico-social, já que diversos trabalhadores e suas famílias dependem dessa atividade industrial”, disse.

O empresário José Valro Cavalcante, dono de uma olaria no Distrito Insdustrial, em Santana, explicou que o setor vê com bons olhos a iniciativa do MPE em buscar uma alternativa para o problema. “A Lei de Proteção às Ressacas está em vigor, dependendo que o Estado faça o zoneamento e o tombamento das áreas de ressaca, mas nós já estávamos com nossos empreendimentos instalados”, argumenta.

Já o secretário de Meio Ambiente afirma que a Sema tem cadastradas cerca de 35 olarias entre Macapá e Santana e nenhuma tem licença ambiental para funcionar, levando-se em consideração a atual Lei de Proteção às Ressacas. “Vamos concluir o trabalho de zoneamento e definir juntamente com o Ministério Público uma alternativa para a exploração dessa atividade industrial com o mínimo de impacto às ressacas”, disse o secretário.

O empresário Isaías Antunes, dono da primeira olaria visitada hoje, afirmou que qualquer empreendimento que utilize recursos naturais como matéria-prima, vai de alguma forma causar algum impacto. “Mas o que a gente já está fazendo é minimizar esses impactos, como por exemplo utilizando sobras de madeira das movelarias nos fornos da olaria. Antes era preciso queimar lenha”, disse Antunes, que vai acatar sugestão da Sema e implantar projeto de piscicultura no lago resultante da tirada de argila.

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Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.