Expo-Feira: Basa divulga regras para
financiamento com recursos do FNO

O gerente regional do Basa (Banco da Amazônia), José Nildo de Souza, afirmou ontem que o banco irá ampliar este ano as atividades que podem ser financiadas na 39a Expo-Feira Agropecuária. A feira ocorrerá no período de 22 a 29 de setembro no Parque de Exposições de Fazendinha.

Além da área rural e da indústria, o FNO (Fundo de Financiamento Constitucional do Norte), uma das linhas de crédito disponibilizadas para a feira — a outra é o Frap (Fundo de Desenvolvimento Rural do Amapá), do Governo do Estado —, financiará também o comércio, o turismo e o setor de prestação de serviços.

Para receber o financiamento, as empresas devem estar funcionando pelo menos um ano, ser consideradas como clientes tradicionais do banco, classificadas como micro, pequeno, médio e grande porte, já devidamente cadastradas no estabelecimento bancário e com bom desempenho de crédito.

“Mas poderão também ser financiadas empresas, cujo imóvel esteja fora da jurisdição da agência, no caso, o Amapá, porém, dentro da região Norte. Em se tratando de cliente de outra agência do Basa, é precisa comprovar essa condição através de declaração, firmada pela filial onde a empresa é cliente, inclusive informando a situação dos compromissos ali contraídos. Orientação nesse sentido será dada pela agência local do Basa, devendo o contrato, posteriormente, ser transferido à agência na qual opera o cliente”, explicou o gerente regional do Basa.

O limite financiável será de 90% do investimento a ser realizado para a indústria, turismo, comércio e prestação de serviços. Para o setor rural, serão financiados 100% do crédito. No primeiro caso, o valor máximo do financiamento não poderá ultrapassar R$ 200 mil.

Com esse recurso poderão ser financiados máquinas e equipamentos, veículos de transportes de carga (caminhão e caminhonete), embarcações de transportes de carga ou embarcações para fins turísticos.

“Antes da concessão do crédito, o banco deverá avaliar a real necessidade dos bens a serem adquiridos, no processo produtivo da empresa, sua plena utilização durante o ano todo e, também, mensurar o impacto que os resultados operacionais, bem como o nível de comprometimento financeiro que a empresa assumirá”, adiantou o gerente do Basa.

Os encargos financeiros serão aplicados de acordo com o porte da empresa. Os miniprodutores pagarão uma taxa de juro anual de 6%; os pequenos produtores, 8,75%, os médios, 8,75% e os grandes, 10,75%. O prazo para quitação do débito é de até cinco anos, com um ano de carência.

No caso financiamentos para o setor rural. Apesar do limite financiável ser de 100% do crédito, o banco impôs limites principalmente no que diz respeito a aquisição de animais. O miniprodutor, por exemplo, poderá utilizar o dinheiro do FNO para comprar até 10 animais; o pequeno produtor, 11; o médio, 20 e o grande produtor até 30 animais.

Além de animais, também pode ser financiados a compra de trator (de roda ou esteira), motocicletas, pequenas embarcações com motor de popa ou centro, veículos utilitário, veículos de transportes de carga, equipamento de irrigação, animais de pequeno porte (ovino e caprinos), kit para inseminação artificial (bovinos e bubalinos), conjunto gerador de energia, moto-bomba, triturador, implementos agrícolas e balança de linha rural.

As taxas de juros para o setor agrícola são as mesmas aplicadas para a indústria. A única diferença é com relação ao prazo para a quitação do débito que é bem maior. O prazo é de até 10 anos, com 3 anos de carência.

Joel Elias

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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.