Sindicato de jornalistas da
Guiana quer
parceria com o do Amapá

O presidente do Sindicato dos Jornalistas da Guiana Francesa, Frantz Montoban, visitou a Secretaria de Comunicação do Estado do Amapá (SECOM), na quinta-feira, 11, onde conversou com assessores de comunicação e manifestou a necessidade de expandir a cooperação transfronteiriça, unindo jornalistas franceses e amapaenses. Para Frantz, o jornalista guianense que vem fazer cobertura jornalística no Amapá, ou o amapaense que vai para a Guiana, enfrenta dificuldades que podem ser evitadas com a cooperação. "O amapaense conhece o Estado dele, assim como o guianense conhece a Guiana, então a melhor maneira de evitar perda de tempo e falta de informação é estreitarmos os laços da cooperação".O presidente ressalta que uma das principais dificuldades para os guianenses é a língua. "Podemos promover uma união entre os sindicatos, visando um intercâmbio. Os jornalistas guianenses vêm para o Amapá para estudar português e os amapaenses vão para a Guiana para estudar francês, assim quebraríamos a barreira da língua", diz Frantz. Na opinião do jornalista, a cooperação promovida pelos governos do Amapá e da Guiana mudou a historia dos dois países. "A história vai contar para as gerações futuras como povos de países diferentes podem se transformar em irmãos", finalizou. ( Araciara Macedo )

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.