SESC AMAPÁ EXPÕE MANOEL BISPO

A Galeria de Arte Antônio Munhoz Lopes, realizará dia 18 de outubro às 20:30h o vernissage da exposição “Palavras de Festim” do artista e poeta Manoel Bispo.

Pa.la.vras sf 1 Conjunto de sons articulados, com uma significação. 2 Vocábulo representado graficamente. 3 Faculdade de expressar as idéias por meio de voz. 4 Afirmação, declaração.

Fes.Tim sm 1 Pequena festa. 2 Banquete, festa em família.

Pa.la.vras de Fes.tim exp 1 sons articulados que são uma festa. 2 Uma festa para os ouvidos. 3 Um banquete a ser degustado por todos nós, que constituímos a família amapaense.

Palavras de Festim é uma espécie parêntese na obra literária de Manoel Bispo.

Os textos expostos são elementos formais de uma verbete criativa só agora garimpada pelo artista. São brincadeiras de palavras, sem grandes intenções estilísticas; é o desfrute do fascínio do criar e recriar sob as alternativas do humor, amor, fantasia, ironia de qualquer coisa que toque o espírito.

O SESC Amapá prontificou seu apoio com a impressão das obras em “jato de cera”e somou esforços com artistas de grande talento como M. Silva, Simone, Ernandes e Luiz Porto, que cuidaram da produção visual. O que era apenas textos de fundo de gaveta virou momento cultural.

Com essa exposição, o SESC se propõe a estimular a retomada de uma produção cultural adormecida pela falta de uma política cultural para o Estado.

“A Exposição Palavras de Festim” permanecerá aberta ao público até 01 de novembro. As escolas interessadas em programar visitas deverão entrar em contato com a Seção Artístico Cultural do SESC, através do telefone 214-1323 ou E-mail: [email protected] .

 

“Palavras de Festim”. Exposição do artista e poeta Manoel Bispo. Galeria Antônio Munhoz Lopes, Rua Jovino Dinoá, 4311, Beirol. Tel. 214 – 1323.
E-mail:
[email protected].
De segunda a sexta, das 8 às 12 e 14 às 21 h.
Entrada Franca.


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.