Projeto visa transformar
lixo orgânico em adubo

Está em fase de implantação no Estado um projeto-piloto que visa o aproveitamento de todo o resíduo orgânico produzido pela população. A idéia consiste na instalação de uma pequena usina de compostagem na lixeira pública do quilômetro 14 da BR 156 para a transformação do lixo orgânico em adubo.

O gerenciamento do projeto está a cargo da Setec (Secretaria de Ciência e Tecnologia) que para executá-lo firmou parceria com outros órgãos como a Sema (Secretaria de Estado do Meio Ambiente), Seicom (Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Mineração), Semat (Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Turismo) e Semtac (Secretaria Municipal de Trabalho e Ação Comunitária).

Com now-how conseguido junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia, o projeto será implantado em várias etapas e terá desdobramento tanto ambiental, como econômico e cial. Para sua execução, a lixeira pública da Prefeitura de Macapá será adequada a fim de ser transformada em aterro controlado. Após esse processo, será instalada no local uma pequena usina para processar os resíduos orgânicos utilizando a mão-de-obra dos “carapirás” que já trabalham na lixeira pública.

Para isso, os catadores de lixo serão cadastrados e organizados em uma associação e receberão ainda capacitação para poderem trabalhar na nova atividade. O local receberá ainda toda a infra-estrutura necessária para o funcionamento da usina como a instalação de energia elétrica e água.

A usina terá capacidade de processar até 7,5 toneladas/mês de lixo orgânico e está orçada em R$ 260 mil, sendo que R$ 200 mil é para a construção do galpão onde funcionará a usina e R$ 60 mil para a compra de equipamentos. O recurso para a aquisição de todo o equipamento necessário foi repassado ano passado à prefeitura.

Joel Elias


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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.