Tribunal de Justiça conclui reforma
e reinaugura o Forum de Macapá

Foi reinaugurada hoje, (18/10), às 17 horas, a reforma do prédio do Fórum Desembargador Leal de Mira. As novas instalações foram ampliadas e modernizadas. Em suas dependências funcionarão a Escola de Magistratura, Juizados Especiais Cíveis e Criminais Centrais da capital, além da Vara da Infância e da Juventude. A solenidade de entrega das novas edificações contará com a presença de autoridades locais dos poderes executivo, legislativo e judiciário além de representantes da comunidade.

A obra iniciada em outubro de 2000, ainda na administração do desembargador Luiz Carlos Gomes dos Santos, custou cerca de R$ 1.3000,00 aos cofres públicos. Sua conclusão, prevista para poucos meses, teve que ser retardada em razão de alguns percalços, como a falência da empresa que ganhou a licitação e a falta de recursos financeiros devido a corte no orçamento do Poder Judiciário. "A obra só foi concluída graças a ação que impetramos no STF garantindo o repasse integral do nosso orçamento", observa o desembargador, lembrando a participação decisiva do desembargador José Fernandes Filho, Presidente do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil, no êxito da ação.

O Fórum Desembargador Leal de Mira foi inaugurado em onze de abril de 1986 pelo então Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, a cuja jurisdição pertencia o Amapá. Antes, funcionava no imóvel situado à avenida Independência, onde hoje funciona a sede da Ordem dos Advogados do Brasil, secção do Amapá.

A reforma e ampliação do Fórum Desembargador Leal de Mira representam melhoria no atendimento ao público e oferecendo melhores condições de trabalho para magistrados, serventuários e usuários da justiça. As instalações são climatizadas, o mobiliário, cores e sons internos foram projetados para produzir tranqüilidade e reduzir tensões. Um setor de protocolo externo permitirá o recebimento de documentos sem que o interessado tenha que sair de seu veículo.

O novo prédio abrigará no primeiro andar os Juizados Especiais Criminais, Tribunal do Júri e o atendimento médico aos serventuários; no segundo andar ficarão os Juizados Especiais Cíveis, Juizado da Infância e Juventude, biblioteca e um amplo espaço para atendimento ao público em geral, através do sistema de boxes ( em número de 08 ); no terceiro andar ficará a Escola de Magistratura.

O setor Psicossocial que atualmente se encontra no prédio anexo ao Fórum de Macapá, será transferido para o local onde hoje funciona a Vara da Infância e da Juventude.

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.