Governadora exonera comandante da
PM, mas desmente ordem de prisão

As notícias do afastamento do comandante da Polícia Militar, coronel Walcir, começaram a circular logo pela manhã desta quarta-feira. Segundo a rádio Antena 1 FM, o comandante teria sido exonerado e determinada sua prisão por ter negado obedecer uma ordem da governadora Dalva Figueiredo, que pretendia promover a coronel o tenete-coronel Lopes, chefe da Casa Militar do Governo do Estado. À tarde, falando em nome do Governo o tenente-coronel Lopes desmentiu a versão da prisão, confirmou a exoneração, que atribuiu ao não cumprimento de ordems da governadora e afirmou que não havia nada sobre a tentativa de promoção dele mesmo, que, se concretizada passaria por cima de outros oficiais que estão na sua frente na lista de promoção. No mesmo momento o tenente-coronel Macedo afirmou que existe um documento no qual a governadora dá vinte e quatro horas para a apresentação de uma minuta de decreto de promoção do chefe da Casa Militar. Em seguida o também tenente-coronel Calandrine não confirmou a existência de um documento tratando da promoção, mas afirmou que o assunto foi tratado pela governadora com o comandante da PM e que foi levado para uma reunião do alto comando, resultando em uma ata negando a promoção por falta de requisitos. Essa ata foi levada à governadora e teria provocado a exoneração do coronel Walcir.

No final da tarde a Secretaria de Comunicação do Governo do Estado distribuiu uma nota sobre o assunto. É a que se segue.


A versão do Governo

O coronel PM, José Gomes de Melo Filho é o novo comandante geral da Polícia Militar do Amapá. Ele substitui, o também coronel PM, Walcyr Alberto Costa Santos, exonerado do cargo na terça-feira, 17, pela governadora do Estado, Dalva Figueiredo (PT). A exoneração, segundo o tenente-coronel PM, Pedro Melquiades Lima Lopes, atual chefe da Casa Militar do Governo do Estado, depois que o então comandante geral da PM, coronel Walcyr Santos, desobedeceu uma determinação administrativa da governadora.

“A governadora achou melhor afasta-lo do cargo, por entender que ele não merecia mais sua confiança”, explica o tenente-coronel, Lopes. Ele garante que não procede a notícia veiculada pela imprensa de que a governadora teria determinado a prisão de Walcyr Santos. “A medida tomada pela governadora foi exonerá-lo e isso é um processo normal já que a governadora é a Comandante-em-Chefe da PM”. A desobediência administrativa por parte do ex-comandante geral da PM, segundo Lopes, vem ocorrendo desde junho deste ano, quando Walcyr se recusara a atender determinações do Executivo.

Lopes, que teve seu nome vinculado ao episódio que culminou com a saída de Walcyr do cargo, nega que tenha sido o pivô da crise. “Não existe nenhum documento oficial assinado pela governadora determinando a minha promoção ou de qualquer outro oficial da PM”, esclarece.

Segundo o chefe da Casa Militar, uma das determinações da governadora Dalva Figueiredo, e que não foi cumprida por Walcyr Santos, referia-se a agregação de oficiais PM para ficarem a disposição do Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP) e do Corpo de Bombeiros, transferência de policiais militares e matrículas de oficiais em curso de aperfeiçoamento.

Lopes esclareceu também que a mudança na corporação não alterou em nada o andamento dos serviços da Polícia Militar no Estado, tanto na área burocrática, administrativa, quanto na área de policiamento preventivo e ostensivo.

EDY WILSON SILVA
ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO
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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.