Jari Celulose devolve
terras
para Vitória do Jari

Quase 19 mil hectares. Esta foi a gleba de terras que a empresa Jarí Celulose S/A repassou ao domínio do Governo do Estado, via Instituto de Terras do Amapá (Terrap), na sexta-feira,15. Com a doação das terras, o Estado institui definitivamente o município de Vitória do Jari, cuja população ultrapassa 12 mil habitantes. A solenidade aconteceu no Centro Comunitário de Múltiplo Uso, na sede de Vitória do Jari.

O governador do Amapá, João Alberto Capiberibe, participou do evento que reuniu também o Secretário de Estado da Infra-Estrutura (Seinf), Cláudio Pinho, Ely Almeida, diretora-presidente do Terrap, Rubens Francisco Tocci, diretor de Recursos Naturais e Negócios Fundiários da Jari Celulose, além de lideranças de produtores e agricultores da região. Os moradores de Vitória do Jarí receberam a notícia como uma recompensa às inúmeras discussões travadas com a empresa a fim de conquistar esse objetivo. “Nós agricultores, que dependemos dessa terra para plantar e colher, estamos felizes com essa vitória. Agora temos de fato e de direito uma cidade, um município”, destacou Raimundo Nonato, presidente da Associação dos Agricultores de Vitória do Jarií.

Crescimento Econômico

Para o prefeito da cidade, Luiz Beirão, a emancipação do município de Vitória de Jari irá oportunizar o crescimento geográfico e econômico de Vitória. Ele garante que uma das prioridades agora é trabalhar as leis que regulam a criação do município. “Uma das medidas enérgicas que irei tomar é não permitir negociata de terras públicas em Vitória do Jari”, arrematou o prefeito. Ele promete a partir desta conquista, priorizar também o loteamento urbano e rural da cidade.

Política eficiente

O governador Capiberibe exigiu do Terrap e da Prefeitura Municipal de Vitória do Jari uma política de agricultura para os trabalhadores de Vitória, muito mais eficiente, que dê condições do pequeno agricultor aumentar sua economia, visando à melhoria da qualidade de vida da própria comunidade. Capiberibe garantiu que os investimentos estaduais em Vitória do Jari irão continuar.

Com a transferência, a área urbana de Vitória do Jari possui agora 7.345,7015 hectares e a área rural ficou com 11.1000,8016 hectares. ( Edi Wilson)


 

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Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.