Pesquisadores iniciam
o censo empresarial

Cerca de dez pesquisadores do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amapá (Sebrae) estão nas ruas para atualizar o serviço de Cadastro Empresarial do Amapá, uma espécie de censo empresarial. O trabalho teve início hoje e durante os três primeiros dias vai percorrer todo bairro Central.

Para ter o dado atualizado, o empresário terá que responder um questionário com mais de vinte perguntas tipo razão social, nome fantasia, endereço, atividade econômica, entre outras.

O último serviço de cadastramento feito pelo Sebrae foi em 1999. E de acordo com os coordenadores da pesquisa esse trabalho acontece de dois em dois anos.

Nesta primeira etapa, os trabalhos serão concentrados apenas na capital e deve levar cerca de trinta dias. Os próximos municípios a receberem a visita dos pesquisadores são Santana, Laranjal do Jarí e Oiapoque.

Esses dados, diz Neuzete Marques, irão compor um cadastro que serve de orientação para novos empreendedores. Ou seja, através do cadastro ele pode obter informações dos tipos de empresas que estão funcionando nos principais centros do estado.

"É um levantamento que possibilita aos novos investidores conhecimentos do mercado local. Em outras palavras esse cadastro serve para divulgar as atividades do mercado local", declara Neuzete, informando que todas as pessoas podem ter acesso e esse cadastro empresarial.

Mais para que tudo isso aconteça, a coordenação da pesquisa pede para que todos os empresários recebam os pesquisadores, que estão devidamente identificados com crachá que leva a logomarca do Sebrae e ainda levam uma carta assinada pela diretora Alcilene Cavalcante, e que dêem todas as informações necessárias.

"Nossa intenção não é prejudicar ninguém. Esse censo vai ajudar a todos, os que estão atuando no mercado e os que pretendem entrar".



Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.