Procuradoria quer parcerias
para inibir
desvio de recursos federais

Se der certo vai ficar mais difícil a vida de políticos que utilizam emendas ao Orçamento Geral da União para enriquecimento pessoal. As denúncias são muitas e alguns já foram apanhados. Funciona assim: o político apresenta e aprova a emenda e trabalha pela liberação dos recursos. Quando o dinheiro sai, o prefeito ou o diretor do órgão para o qual é destinado já separam a "comissão" do autor da emenda, que geralmente gira em torno de 30 por cento do valor. Com menos trinta por cento do que deveria ser aplicado, ou a obra sai mal feita, ou não sai, o que é mais comum. Agora as coisas podem mudar, depois de uma investigação não muito profunda feita pelo procurador regional da República no Amapá, Manoel Pastana, que de tanto ver e ouvir político dizendo através da televisão que mandou milhões de reais para as prefeituras do interior, decidiu ir ver as tais obras e constatou que muitas delas não existem. Com a constatação surgiu a decisão de investigar todos os municípios que estejam sob suspeitas, determinando quem foi o autor da emenda e descobrindo por que as obras não foram feitas e os serviços não prestados. Mas o procurador quer ir mais além. ele quer estabelecer um convênio com o Ministério Público Estadual para acompanhamento da execução de obras e serviços para os quais tenham sido destinadas verbas federais. Vai ser assim: toda vez que uma verba for liberada pela União a Procuradoria terá conhecimento e como todo município tem um promotor público, a informação será repassada e a fiscalização feita. Concretizada a idéia, não é difícil imaginar que haverá um certo, digamos, desinteresse pelas chamadas emendas, que ao longo dos tempos têm se transformado em uma verdadeira indústria da corrupção nacional. Hoje, 19, pela manhã o conselheiro Júlio Miranda, do TCE, disse que aprova a idéia e deseja que o tribunal de contas seja convidado à participar dela.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.