Cultura do Amapá em
exposição
no SESC Pompéia

De 15 de julho a 18 de agosto, uma grande vitrine da cultura amazônica vai ocupar mais de 2.500 metros quadrados do espaço físico do Sesc Pompéia, na grande São Paulo. "Amazônia. br" é o nome da mostra, que vai levar aos paulistas uma visão realista da Amazônia e de seus povos.

O evento, que tem como objetivo tocar o Brasil com as questões amazônicas, pretende também promover e fortalecer as experiências positivas de desenvolvimento sustentável vividas na região, especialmente pelas comunidades tradicionais. Estados como o Pará, Amazonas, Acre e Amapá vão enviar delegações ao evento. Shows de música com grupos nacionais e regionais, exposições de moda, fotografia e literatura, oficinas com artesãos e comunitários, museologia, ciências, feiras de ecoprodutos e culinárias são algumas atividades que comporão a mostra.

Não haverá espaços específicos para cada Estado. A Amazônia vai estar, com sua diversidade, pulsando potencialidades e contradições. Por exemplo: a questão indígena, com representantes de várias etnias que habitam a floresta amazônica, será discutida em seminários e conferências durante o encontro. Ao mesmo tempo em que empresários vão estar reunidos em um simpósio em busca de alternativas para a "Amazônia do Século 21".


Parceiros e patrocinadores

Além do Sesc Pompéia e dos governos estaduais que mandarão representantes, a "Amazônia. br" contará com os apoios do Ministério do Meio Ambiente e IBAMA, dos Institutos Ethos de Responsabilidade Social e Ecofuturo – Cia. Suzano de Papel e Celulose, da Cikel Madeireira, Natura, Guaraná Antártica e Revista Superinteressante, da editora Abril.

A mídia garantirá anúncio de agradecimento de meia página no jornal "O Estado de São Paulo", anúncio institucional de uma página na revista "Amazônia.br", que circulará com cinco mil exemplares durante o evento, folderes e matérias jornalísticas e de divulgação pela internet.

O Governo do Amapá, na terça-feira, 18, se reuniu com a consultora Sandra Porto, representante do governo em São Paulo, junto com membros de diversas entidades ligadas a cultura local, analisando o espaço que o Amapá pode ganhar participando da exposição. Aroldo Pedrosa

 

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.