GEA investe R$ 90 milhões em obras
criando 5 mil empregos em 2002

O Governo do Amapá investiu este ano mais de R$ 90 milhões na execução de serviços e obras públicas. O setor de infra-estrutura consumiu cerca de 15% do Orçamento Geral do Estado de 2002 que ficou no patamar de R$ 615 milhões.

Todo o investimento faz parte dos recursos destinados para o orçamento da Secretaria de Estado da Infra-Estrutura (Seinf), incluindo as estatais CEA e Caesa. O setor foi fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado este ano. Cálculos preliminares da Seinf demonstram que os recursos investidos foi reponsável pela criação de pelo menos 5 mil empregos este ano.

O empresário Roberto Souza, vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Amapá (Sinduscon), acredita que esse resultado se deveu ao planejamento responsável do governo do Amapá. “O setor da construção passou a se planejar melhor em função de receber em dia os pagamentos da prestação dos serviços, revertendo-se como benefício para a própria população”, analisa.

Para o secretário de Estado da Infra-estrutura, Daniel Souza, esse desempenho se deveu também ao trabalho do governo em parceria com a população. “Foi possível baixar os custos das obras executadas, aumentar a arrecadação de impostos e priorizar investimentos em serviços de interesse da maioria da comunidade”, afirma.

Entre as obras, Daniel Souza, cita a construção de 8 escolas com 16 salas de aulas em vários municípios do Estado; a eletrificação da zona urbana e rural beneficiando mais 17.5 mil consumidores dos 16 municípios; as obras do anexo do Hospital de Especialidades, em execução; a urbanização e paisagismo do entorno da Fortaleza de São José de Macapá, além da construção de quatro prédios para abrigar o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), um deles já inaugurado no bairro do Pacoval.

Carlos de Jesus Pereira


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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.