Fim de semana tem Rock Amapá
e dança de rua
na programação da Fundecap

Na praça Zagury, em frente ao rio Amazonas, ponto mais freqüentado pela juventude amapaense, a receita para o começo da noite de sábado é o Rock Amapá.

O projeto que a Fundação Estadual de Cultura do Amapá (Fundecap) realiza, desde o mês de maio, envolvendo mais de 15 bandas de rock no Estado, atinge, no período de férias, o maior público, pondo mais calor humano à nova estação.

Sobre um mega trio-elétrico instalado próximo ao trapiche Eliezer Levy, três bandas (Set, Jam e Drop’s Heroína), a partir das 19h, vão se revezar tocando, para o deleite de quem aprecia o gênero musical mais explosivo do planeta.

Para o domingo, no Complexo do Jandiá, Bairro do Perpétuo Socorro, a Fundecap oferece uma programação menos frenética, mas que também envolve a música. Os moradores do eterno “Igarapé das Mulheres” vão ter a dança como atração.

A partir das 18h, cinco grupos se apresentarão no palco do Complexo do Jandiá, na orla do rio Amazonas. São eles: Snap’s, Arte de Rua, Missionários da Dança, Capoeira e o grupo Dança de Rua da Fcria.

O projeto, que teve início no final de junho, cresce a cada domingo. “É uma forma de levar a arte da dança, de características mais populares, aos lugares afastados do grande centro”, ressalta o presidente da Fundecap, Nélson de Souza.

Os projetos Rock Amapá e o Dança de Rua, , se estendem por todo o período de férias, dando oportunidade e espaço à descoberta de novos talentos.

Aroldo Pedrosa


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.