Motorista do Tribunal de Justiça pára na
blitz, jornal publica
e desembargador processa jornalistas.

O desembargador Gilberto Pinheiro, do Tribunal de Justiça do Amapá, está cobrando uma indenização de R$ 180 mil dos jornalistas Elson Martins e Antonio Corrêa Neto, por danos morais.

Tudo por conta de uma notícia publicada pelo jornal Folha do Amapá, e comentada na coluna "Espaço Livre", do mesmo jornal.

A notícia se referia a um incidente ocorrido durante uma operação realizada pela Polícia Militar do estado quando os policiais detiveram um veículo do Tribunal de Justiça dirigido por um motorista visivelmente alcoolizado. O motorista reagiu contra a ação policial, perguntou se sabiam com quem estava falando, telefonou para alguém, supostamente do Judiciário e o fato é que algum tempo depois uma ordem irritadíssima mandou liberar a "otoridade", ainda que apresentasse sintomas de embriagues. Uma repórter e um fotografo da Folha que se encontravam cobrindo a operação fizeram a matéria e o jornal publicou. Dois ou três dias depois o assunto foi comentado na coluna "Espaço Livre", provocando a ira do desembargador Pinheiro, que subiu nas tamancas e moveu uma ação indenizatória contra os dois jornalistas.

Gilberto quer R$ 180 mil de indenização e o valor cobrado tem uma justificativa que merece reflexão: é que diante do salário que ele ganha, algo menos que o cobrado seria aviltante. Ainda que com outras palavras é o que está lá, na ação. Os dois jornalistas têm dois caminhos a seguir: ou começam a roubar para com o produto do roubo pagar a indenização, ou se defendem, o que certamente farão. ( Antonio Corrêa Neto)

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.