Curso vai ensinar pescador
a aumentar valor do pescado

Será no próximo dia 26, a abertur do curso de beneficiamento de pescado que a Pescap (Agência de Pesca do Amapá) oferecerá aos pescadores artesanais do Estado. O treinamento terá duração de uma semana e será ministrado para uma turma de 15 pessoas.

O diretor do Pescap, Dirceu de Andrade Pontes, explicou que a intenção é levar o curso, a cada semana, a uma colônia diferente. A primeira será a Colônia de Pescadores de Fazendinha. A próxima deverá ser a Colônia de Pescadores de Santana. “Entendemos que com iniciativas como essa, os nossos pescadores artesanais terão como incrementar ainda mais sua renda para que possa comercializar de seu produto”, justificou.

No curso serão ensinadas técnicas de filetagem, defumação e salga de pescado. A filetagem é a garantia de que os pescadores necessitam para ter um produto microbilolgicamente estável para comercialização. Já a defumação e salga garante que o pescado não seja contaminado após esses processos.

“Quem trabalha com alimentos tem que ter essa preocupação. Após o treinamento esses pescadores estarão aptos a aplicar essas técnicas de forma imediata, podendo desenvolvê-las nas suas colônias e até mesmo na própria casa junto à sua família passando esses conhecimentos para a esposa, filhos e até vizinhos”, frisou.

Sobre o número de participantes (15 no total), Pontes adiantou que essse número é o ideal para assegurar um trabalho mais bem assistido, particularizado a cada um dos participantes para que eles possam assimilar melhor o conteúdo que é repassado no treinamento.

Sobre a falta de estrutura física para trabalhar o beneficiamento do pescado, problema existente com a maioria das colônias de pesca no Amapá, Dirceu Pontes adiantou que e ssa é uma deficiência que já está sendo contornada. A Seinf (Secretaria de Estado da Infra-Estrutura) firmou parceria com a Seaf (Agricultura) para construção de módulos com espaçõ físico asséptico, dentro dos padrões de higiene exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A adaptação é necessária para que o pescado possa ser processado a fim de ser colocado no mercado.

A previsão é de que os primeiros módulos comecem a ser construídos a partir do próximo ano. A Seinf já solicitou à agência os dados cadastrais das colônias de pesca para começar a construir os módulos de beneficiamento, etapa prevista na segunda fase do projeto.

O diretor da Pescap enfatizou ainda que o governo busca com essa iniciativa, fazer com que esses produtores amapaenses deixem de ser eternamente pescadores artesanais. “Queremos que eles evoluam, que avancem além do cais, que agreguem valor no pescado que eles vendem”, esclareceu.

Com essa nova atitude do governo, Pontes assegurou que é possível fazer com que os pescadores deixem de ficar presos às imposições dos atravessadores. “Nessa relação de troca o atravessador entrega o gelo e recebe o pescado. Isso cria uma dependência econômica nociva. Queremoas que o nosso pescado avance, saia dessa dependência”, finalizou.

Joel Elias

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Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.