Governo deve recorrer contra liminar
que extinguiu gerências de projetos

A governadora Dalva Figueiredo (PT) disse hoje que o Executivo ainda não foi notificado oficialmente pela Justiça sobre a liminar que anulou os decretos que criam as gerências de projetos do governo.

A liminar sustou também o pagamento dos salários dos nomeados até o julgamento do mérito. Mas a governadora adiantou que a Prog (Procuradoria Geral do Estado) deverá recorrer da decisão do TJAP (Tribunal de Justiça do Amapá).

O pedido de suspensão atinge apenas as nomeações feitas pela governadora Dalva Figueiredo e foi pedido pelo juiz aposentado Hilmo Has, sob a alegação de que a lei determina que o acesso ao serviço público tem que ser por via de concurso.

Na coletiva, a governadora Dalva Figueiredo lembrou que existem no governo muitas gerências de projetos que já funcionam há muito tempo. Uma dessas gerências e a do Fundescola que já teve como gerente a própria Dalva Figueiredo. “Fui eu que iniciei essa gerência que é a responsável pelo empréstimo na área de educação junto ao Banco Mundial. Além dessa, existem outras gerência que coordenam programas federais e ações do Governo do Estado. Mas até o momento, ainda não tenho conhecimento dessa liminar. Se for o caso, com certeza iremos recorrer”, frisou.

Outro exemplo de seriedade do projeto mostrado pela governadora, é a Gerência do OP (Orçamento Participativo). Ela lembrou que em todos os municípios foram criadas equipes para coordenar as plenárias do OP realizadas nos 16 municípios do Estado e mais a comunidade do Bailique.

Dalva Figueiredo aproveitou a coletiva para afirmar que não há nenhuma irregularidade com as gerências e na sua avaliação está havendo um grande mal entendido sobre o assunto.

“As gerências foram criadas para viabilizar algumas ações do governo que estavam necessitando de agilidade. Mas teve gente que acabou transformando isso num instrumento político”, desabafou.

A governadora também foi incisiva ao afirmar que o Executivo não terá nenhuma dificuldade em esclarecer à Justiça a necessidade das nomeações e frisou que todos os anos as gerências são renovadas. As deste ano serão extintas no dia 31 de dezembro. “A criação das gerências está prevista na Constituição. E os deputados estaduais que aprovaram o projeto na Assembléia Legislativa sabem muito bem disso”, argumentou.

Joel Elias



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Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.